x
Axel
Axel
Mais Opções

Axel Renan


31 anos, de Chique Chique

Torcedor do site número: 1.110.057

cadastrado desde 16/11/2025

Vivo e respiro Corinthians.

male

Acessos no Meu Timão

Último acesso em 20/07/2026

Atividade de Axel Renan no Meu Timão

Ranking do Fórum

Faltam 69 posts para o Axel entrar no ranking do Fórum

Ver Ranking

Ranking de comentários

Faltam 187 comentários para o Axel entrar no ranking

Ver Ranking

13 Comentários

85% de aprovação

131 Posts

89% de aprovação

42 Tópicos

14.694 Visualizações

2.099 Views por tópico

Última atividade no site em 20/07/2026 às 18h59

Axel Renan avalia 83.57% como positivo

Jogos do Corinthians com Axel Renan na torcida do Timão

87 partidas na torcida

Santos Ponte Preta Chapecoense São Paulo Cruzeiro Flamengo Coritiba Avaí Athletico-PR Ferroviária Botafogo-SP Grêmio Bahia Botafogo Atlético-GO Deportivo Lara Vitória Boca Juniors São Caetano Portuguesa-RJ Internacional Red Bull Brasil Always Ready XV de Piracicaba Racing Club
84.85%

56 Vitórias do
Corinthians

10 Derrotas

21 empates

Axel viu 197 gols

72.08%

142 Gols do Corinthians

55 Gols dos adversários

Média de 2.26 gols por partida

Posts e comentários do Axel

Última interação no site em 20/07/2026 às 19h00

  • Axel

    Axel postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A Lei Pelé e a perda do controle da formação: a raiz da crise do futebol brasileiro."

    há 21 horas

    Obrigado!

    detalhes do post
  • Axel

    Axel postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "A Lei Pelé e a perda do controle da formação: a raiz da crise do futebol brasileiro."

    há 1 dia

    Poucas leis transformaram tanto o futebol brasileiro quanto a Lei Pelé (Lei nº 9.615/1998). Criada com o objetivo de modernizar as relações esportivas, proteger atletas e profissionalizar o setor, ela acabou produzindo efeitos colaterais que, décadas depois, ajudam a explicar a decadência técnica dos clubes e da Seleção Brasileira.

    A principal consequência foi retirar dos clubes parte da autonomia sobre a formação e o desenvolvimento de seus jovens jogadores, transferindo enorme poder para empresários, agentes e intermediários. O resultado foi uma mudança profunda na lógica do futebol nacional: em vez de formar atletas pensando no desempenho esportivo, muitos passaram a ser preparados para atender ao mercado de transferências.

    Antes da Lei Pelé, os clubes mantinham um vínculo mais duradouro com seus jogadores. Isso permitia investir na formação técnica, psicológica e tática sem a constante preocupação de perder seus principais talentos ainda na adolescência. O clube tinha maior capacidade de planejar o desenvolvimento do atleta e colher os frutos desse investimento.

    Com as novas regras, embora importantes avanços tenham ocorrido na proteção dos direitos dos atletas, os mecanismos de permanência dos jovens nos clubes tornaram-se mais frágeis. Ao mesmo tempo, empresários passaram a exercer influência crescente sobre decisões de carreira, renovações contratuais e transferências internacionais.

    Hoje, não é raro que um garoto de 16 ou 17 anos tenha sua carreira praticamente administrada por agentes que enxergam oportunidades comerciais antes mesmo de sua consolidação como jogador profissional. A prioridade deixa de ser a evolução técnica e passa a ser a valorização financeira.

    Os clubes, diante do receio de perder seus talentos, aceleram a promoção de jovens às equipes principais. Jogadores que deveriam amadurecer durante três ou quatro temporadas acabam disputando poucos meses no futebol profissional antes de serem vendidos para a Europa.

    Essa dinâmica empobrece o Campeonato Brasileiro. Os torcedores mal conhecem seus principais talentos, que deixam o país antes de atingir seu auge. Os clubes tornam-se vendedores permanentes, incapazes de manter elencos fortes e competitivos por longos períodos.

    A Seleção Brasileira também sofre as consequências. Em vez de contar com atletas que passaram anos disputando clássicos, decisões e campeonatos nacionais de alto nível, a seleção reúne jogadores que muitas vezes saíram do país ainda em processo de formação, adaptando-se precocemente às necessidades do futebol europeu.

    Além disso, a crescente influência dos empresários cria conflitos de interesse. Convocações, negociações e movimentações de mercado frequentemente alimentam suspeitas sobre a excessiva participação de agentes no ambiente do futebol, ainda que nem sempre existam provas de irregularidades. Essa percepção desgasta a credibilidade do esporte.

    Outro efeito indireto é a mudança na identidade dos clubes. Historicamente, grandes equipes brasileiras eram reconhecidas por manter gerações inteiras de jogadores formados em casa. Hoje, as categorias de base muitas vezes funcionam como linhas de produção destinadas à exportação rápida de talentos.

    É evidente que a Lei Pelé não é a única responsável pelos problemas do futebol brasileiro. A má gestão dos clubes, o calendário congestionado, as dificuldades financeiras, a organização da CBF, a desigualdade econômica em relação ao futebol europeu e a globalização do mercado também desempenham papéis importantes.

    No entanto, é difícil ignorar que a legislação alterou profundamente os incentivos econômicos do futebol nacional. Ao fortalecer a mobilidade dos atletas sem criar mecanismos suficientemente robustos para proteger o investimento de longo prazo dos clubes formadores, abriu espaço para um modelo em que empresários ganharam protagonismo e os clubes perderam capacidade de conduzir integralmente a formação de seus próprios talentos.

    O Brasil continua produzindo jogadores extraordinários. O problema é que eles deixam de ser patrimônio esportivo dos clubes muito cedo, transformando-se rapidamente em ativos financeiros de um mercado internacional altamente competitivo.

    Se o objetivo é recuperar o protagonismo do futebol brasileiro, talvez seja necessário discutir uma atualização da legislação esportiva, buscando um equilíbrio entre os direitos dos atletas, a liberdade profissional e mecanismos que permitam aos clubes exercer novamente um papel central na formação de seus jovens jogadores.

    Resgatar esse equilíbrio pode não ser a solução para todos os problemas do futebol brasileiro, mas certamente seria um passo importante para devolver aos clubes o protagonismo na construção de equipes fortes e, consequentemente, de uma Seleção Brasileira mais preparada e competitiva.

    detalhes do post
  • Axel

    Axel comentou na notícia: "Presidente do Corinthians explica contratação de empresa de segurança irregular para uso particular"

    há 2 meses

    Ele acha normal uma empresa irregular prestar serviço a ele e sua família a custas do Corinthians?

    detalhes do comentário
  • Axel

    Axel postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Sinais preocupantes"

    há 2 meses

    Nos 2 últimos jogos o Corinthians foi neutralizado pelo o adversário. Embora tenha ganho do Atlético o time não conseguia progredir uma jogada. Foi um jogo truncado decidido por uma bola. Ontem, o platense jogou nos erros do Corinthians e foi feliz e o time mais uma vez não conseguia articular uma jogada ofensiva sequer.

    Diniz precisa se ater.

    detalhes do post
  • Axel

    Axel postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "Confusão no SPFC (clube social)"

    há 2 meses

    Roberto de Andrade e Osmar Stabile eram santistas declarados dentro do conselho do clube, mas com o objetivo em presidir o clube eles passaram a vender essa persona corinthiana que eles nunca foram.

    detalhes do post
  • Axel

    Axel postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O que será do Corinthians semestre que vem em?"

    há 2 meses

    Não tem não kkkk

    detalhes do post
  • Axel

    Axel postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O que será do Corinthians semestre que vem em?"

    há 2 meses

    Sim, nossa briga tende a ser contra o rebaixamento apenas.

    detalhes do post
  • Axel

    Axel postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O que será do Corinthians semestre que vem em?"

    há 2 meses

    Pelo visto só vai sair titulares

    detalhes do post
  • Axel

    Axel postou em Bate-Papo da Torcida, no tópico "O que será do Corinthians semestre que vem em?"

    há 2 meses

    Podem sair
    Yuri
    Memphis
    Bidon
    André
    Matheuzinho talvez

    detalhes do post
  • Axel

    Axel comentou na notícia: "Corinthians divulga balancete de março com agravamento do déficit nas contas do clube; veja números"

    há 2 meses

    Isso é método. Estão querendo sucatear o Corinthians até ele caber no bolso de alguém.

    detalhes do comentário