Felipe Santos Apoiador
Muitos defendem a base como solução para o Corinthians. Mas um time como o Corinthians realmente consegue sobreviver apenas da base? E mais que sobreviver: consegue suportar a pressão por resultados, por títulos, consegue usar a atmosfera de Itaquera a favor do clube? Andei pensando em nomes que saíram da nossa base. Não é um levantamento preciso, foi feito de cabeça, lembrando de revelações corinthianas de 2000 para cá.
Goleiros: Renato, Marcelo, Yamada, Danilo Fernandes, Matheus Vidotto, Weverton, Rafael Santos, Júlio César
Lat. Direitos: Ângelo, Coelho, Edson,
Eduardo Ratinho, Rodinei, Léo Príncipe
Zagueiros: Marcelo Magalhães, Léo Santos, Yago, Anderson, Betão, Renato, Marquinhos, Diego Sacoman, André Vinícius, Antonio Carlos, Carlão, Marquinhos Silva
Lat. Esquerdos: Moreno, Fininho, Roger, Carlos, G. Arana, Dodô, B. Bertucci, Denner, Igor
Volantes: Wendell, Rafael Fefo, Bruno Octávio, Marciel, Warian, Viera, William Arão, Boquita, Gomes, Rosinei
Meias: Lulinha, Willian, Ferreti, Elton, Dinelson, Marcelinho, Paulo Victor, Everton Ribeiro, Jadson, Giovanni, Zé Paulo, Matheus Cassini, Matheus Pereira, Fabrício Oya
Atacantes: Gil, Ewerton, Carlinhos, Gabriel Vasconcelos, Careca, Malcom, Dentinho, Jô, Bobô, Abuda, Elias Oliveira, Taubaté, William Morais, Douglas Tanque, Rafael Bilu
Pois bem. Muitos desses jogadores citados fizeram parte de seleções de base. Revelamos sim alguns bons jogadores. Alguns se destacaram no próprio clube, geraram dinheiro, outros tiveram sucesso em outros clubes, mas a MAIORIA desapareceu.
Por isso defendo que a base deve complementar o time. O time deve sempre ter 4,5, 6 garotos no elenco para ver se algum deles emplaca, se aproveita uma oportunidade e deslancha. Depender apenas da base é estar fadado ao insucesso ou ao acaso, nenhum clube grande e vencedor depende apenas da base. Barcelona, Real Madrid, Bayern são exemplos disso.
Portanto, vale a pena formar jogadores, vale a pena apostar em garotos formados no clube, mas depender apenas da molecada é colocar em risco a própria história vencedora do clube.

