Francisco Córdula
Antes de tudo estava me lembrando daquele filme/documentário, se não me engano, com o título de FIEL, que mostrava toda a saga do CORINTHIANS na série B do brasileiro de 2008.
Num dos depoimentos marcantes um torcedor (FIEL) falava de como na segunda feira seguinte ao rebaixamento ele foi trabalhar com a camisa do Timão e afirmava:
'Tem que colocar a camisa nestes momentos, pois é na derrota e na dor que a FIEL tem que apoiar!'
Aquilo foi muito marcante para mim, e realmente você vê o quanto foi osso e dolorido aquele rebaixamento e como a reação da FIEL foi fundamento para o clube se reerguer e chegar onde chegou.
São em momentos difíceis, derrotas acachapantes que a FIEL tem que vestir a camisa.
Deve-se cobrar também, mas quando se é o momento para isto, como foi no final melancólico de 2018.
A FIEL sempre foi participativa e sempre cobrou, exigiu e foi contundente quando necessário.
Mas nos momentos de apoiar ela é INSUPERÁVEL.
Ela a verdadeira FIEL, não esse amontado de torcedor meia boca de grupo social, que não tem a menor alma de torcedor e que só sabe criticar (tudo), chorar e resmungar.
Positivamente, esse não é FIEL, nem aqui nem em MARTE.
É muito fácil torcer quando o time tá ganhando, tá invicto, em boa fase, é campeão.
Aí é fácil, mas não é CORINTHIANS.
Muitos torcedores, não tem paciência sapiência e após três jogos, já crucificam, massacram, o time, o técnico.
Ainda tem jogador que não estreou, existe a expectativa de novas contratações, o time tem que entrosar, encaixar.
No início de 2017 foi a mesma coisa, começo do trabalha do Carille e o time perde para FERROVIARIA e para SANTO André em plena ARENA por 2x0, choveu fora Carille!
Ainda bem que o imediatismo de alguns (muitos) torcedores não foi atendido e o Carille não saiu, o resto da história já sabemos.
em Bate-Papo da Torcida > Sobre ser corintiano fiel (de verdade!)




