Paulo Marques
A verdade é que mais uma vez a Fiel empurrou o time até as semifinais. Não tem ninguém nesse time que possa subir, a defesa e o goleiro não servem nem para o Primavera de Indaiatuba
em Análise dos jogos > Minha análise pós-Copinha
Em resposta ao tópico:
Passada a frustração da eliminação da Copinha, e de cabeça mais fria também, gostaria de fazer algumas ponderações:
1) É nítida a evolução do time este ano em relação ao de 2018. Ano passado o time do Corinthians, treinado pelo Coelho, era um amontoado de jogadores, que corriam todos desgovernados. Não havia jogadas ensaiadas, padrão tático, nada. Este ano (embora muitas vezes me irritava aqueles toques excessivos de lado), o time tinha um estilo de jogo definido, além de várias jogadas ensaiadas.
2) O Lucas Piton fez muita falta (mais ainda do que o Fessin). A zaga com o Jordan e o Ronald ficou lenta e previsível, o Caetano passava uma segurança muito maior.
3) Acho legal o Carille ter se encantado com o Janderson e o Corinthians exercer o seu direito de compra. Mas ele ainda não está pronto para o profissional. Será importante ele treinar com os profissionais, mas acho que deve permanecer no sub-20 para amadurecer um pouco mais.
4) O Fabricio Oya tomara que suba. E que possa aprender, fazer uma boa transição para o profissional. Assim como o Rafael Bilu, o Caetano e o Roni.
5) Lembro que o primeiro ano do Osmar Loss na base foi difícil, perdemos a Copinha de 2014, mas o time era limitado. Aos poucos foi se fortalecendo e passamos 2 anos sem derrotas na Copinha (o vice em 2016 foi mais vacilo do time do que falta de qualidade técnica).
6) Acredito no trabalho do Barroca. Em menos de 1 ano o sub-20 do Corinthians evoluiu. Sucumbiu nas principais competições frente a adversários mais fortes e que se apresentaram melhor no jogo decisivo. Mas tem muito para evoluir.
Essas são as minhas considerações. Abraços a todos e Vai Corinthians!
