Jonas Santos
Viver aquela utopia do time para o povo não seria uma tarefa fácil em um cenário de futebol elitista e burguês. Quando o Corinthians surgiu das várzeas boleiras, não tinha outro lugar para existir que não fosse da cabeça e no espírito dos primeiros Corinthians. Foram os operários, carroceiros e lavadeiras que ajudaram a concretizar o sonho de viver o time do povo. Época em que o manto sagrado ainda não tinha um símbolo, mas tinha um propósito. Desde as primeiras camisas na cor bege e com gola e punho preta costuradas pelas lavadeiras do largo do Carmo através de doações de saco de batatas pelos espanhóis do Brás o time já unia os povos. Conforme as lavagens, as camisas foram desbotando e a cor branca, quase sem querer, foi se tornando a cor oficial.
REFUGIADOS SÃO BEM-VINDOS!
*Texto retirado da página @Coring ãoANTIFA




