J. Sanchez
Nós temos problemas de todos os tipos a começar pela CONAR que proibe que bebidas alcoolicas patrocinem os esportes, mas não proibe que essas mesmas bebidas patrocinem as transmissões desses mesmos esportes pela televisão.
Temos a forma coma as emissoras de rádio e televisão se referem aos times e as arenas, omitindo de forma descarada os NRs e os patrocinadores masters.
E é nessa hora que eu pergunto que empresa vai querer pagar uma fortuna para colocar seu nome em nossa arena, já sabendo que os meios de comunicação vão se referir a ela como Itaquerão ou no máximo Arena Corinthians?
Quem chama o chiqueirão de Allianz Parque? Acho que nem os porcos.
E quanto a patrocínio master temos ainda a visibilidade do patrocínio adversário, em mais de 90% de nossos jogos no campeonato Brasileiro passado fizemos propaganda da Caixa sem receber 1 centavo, já que os adversários tinham esse patrocínio. Para uma Caixa é mais interessante patrocinar os times pequenos do Brasileirão, pois vai ter a mesma visibilidade a um custo bem menor
em Bate-Papo da Torcida > Camisas Sulamericanas x Patrocínio Master
Em resposta ao tópico:
A foto é meramente ilustrativa, mas o intuito deste tópico é questionar (e debater): como times sul-americanos, grandes ou não, conseguem estampar em seus uniformes patrocínio master de empresas multinacionais? Quanto eles recebem? E porque não conseguimos fechar com algum gigante multinacional mesmo sendo o Corinthians, um clube multi campeão?
Estava assistindo agora pela Copa Sulamericana Sol de América (quem?) x Independiente Medelín e o primeiro tem patrocínio da Pepsi, enquanto o Independiente tem da Kia e Coca-Cola (menor). Rosário Central x São Paulo, Rosário tem da TCL (Toshiba), fora isso temos os exemplos acima, Yamaha, Chevrolet, RCA, BBVA, Samsung, Philco, Panasonic, LG, Claro, DirecTV, entre outras, como Budweiser, Corona, Quilmes (no Brasil, todas essas marcas são produzidas pela Ambev!).
Enfim, minha opinião é que os valores pagos não seriam tão altos e os times são populares em suas regiões, obtendo um bom custo-benefício, enquanto no Brasil, empresas de grande porte simplesmente não patrocinam grandes clubes. O que vocês acham? Bora debater!
