Oilson Reis
Esse é o momento! Tem que cair pra dentro! Quebra de sigilo fiscal e bancário! Dinheiro deixa rastro! Vai Fiel!
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Em resposta ao tópico:
O direito de expressar minhas opiniões, aqui, está amparado por lei, porque “a organização desportiva do País, fundada na liberdade de associação, integra o patrimônio cultural brasileiro e é considerada de elevado INTERESSE SOCIAL”.
Esse princípio é determinado pela Lei federal nº nº 9.615, de 24 de Março de 1998, que para isso determina a intervenção do Ministério Público para a defesa dos interesses sociais, bem como, a defesa do patrimônio público e social e o patrimônio cultural brasileiro.
Assim sendo, quando o presidente do Corinthians diz à imprensa que o dinheiro da venda de Jô é uma coisa interna, “o que vamos fazer com o dinheiro compete à diretoria do clube resolver”, ele está errado. Como errou, ao mentir sobre os valores da transferência de Jô. Afinal, restou comprovado que o clube teve prejuízo e o empresário, como sempre, ficou com a parte maior.
O presidente foi eleito pelos sócios da piscina do Parque São Jorge e muitos deles nem corintianos são. Tenho muitos conhecidos, sócios votantes, que torcem pelos porcos e para os bâmbis. Urinam na piscina e depois ofendem o time de futebol nas redes sociais.
Se a Rede Globo vai pagar, em 2018, quase R$ 200 milhões de cotas de transmissão ao Corinthians não é porque é boazinha ou pelos olhos da medíocre diretoria atual do clube; é porque a TV fatura infinitas vezes mais, em publicidade, com a audiência formada por 30 milhões do bando de loucos, espalhados pelo Brasil.
Assim, não são os sócios do clube social, eleitores da diretoria, que mantêm o clube, eles não possuem respaldo moral, para isso, e, portanto, o atual presidente do Corinthians não tem legitimidade para dirigir o clube do jeito que bem entender.
Saibam, corintianos verdadeiros, que nenhum diretor pode dizer que o time é entidade privada e não tem satisfação a dar. Não é verdade, pois não se trata de sociedade anônima ou limitada, como uma loja de vender carros, por exemplo.
Se a diretoria fizer algo suspeito e confidencialmente, podemos (qualquer torcedor) representar junto ao Ministério Público.
