Larry Lahr
Não vi lá no site o Balanço Patrimonial do Clube em 31/12/2017, porque ainda devem estar processando o final de ano. Somente tem o de 30/06. Não encontrei, neste, o Estádio no Ativo Imobilizado e nem a dívida dele no Passivo, assim como não consegui enxergar os CIDs. Então, não dá para fazer uma análise mais profunda.
Mas acredito que a situação não está ruim como se imagina. Vendo o Orçamento 2018 (onde fazem a previsão do que se vai receber e vai gastar no ano) há um superavit pequeno. Praticamente as receitas recebidas vão pagar as despesas. Se o Marketing nosso fosse melhor, daria para conseguir mais receitas com o nome do maior clube do país.
Então, gente, não vamos nos preocupar tanto com nossa situação financeira. Basta ter um Orçamento Equilibrado, como está o nosso de 2018, conseguir mais receitas e talvez alongar um pouco mais o pagamento do estádio. Afinal, qualquer pessoa que financia a compra de um apartamento pela Caixa, vai pagar por 25/30 anos.
Precisamos ter um time competitivo para chegar às finais e conseguir levantar os prêmios em dinheiro, além dos patrocínios de camisa e TV.
em Bate-Papo da Torcida > Análise Financeira do Endividamento do Corinthians
Em resposta ao tópico:
Fala, Nação!
Estive analisando o Balanço e o Endividamento do Corinthians no primeiro semestre de 2017. E, como todos sabemos é alarmante!
Os dados foram tirados do site do Corinthians:
A conta é fácil, as Receitas não superam as despesas!
Isso não é um problemas apenas do Corinthians no futebol brasileiro, mas quero que outros clubes se f.o.d.a.m.!
O que leva um clube/empresa a apresentar aumento de seu endividamento e falta de dinheiro em caixa?
A gestão empregada. Muito se fala na herança destes problemas, mas vemos uma tendência crescente do aumento e descontrole financeiro por parte do clube. Não estamos falando somente do futebol, e sim, do Sport Club Corinthians Paulista como um todo.
O nosso lindíssimo clube social não está lucrando.
Temos uma dívida monstruosa por parte da Arena, na qual estávamos pagando somente os juros e, somente, agora no final do ano acertamos com a Caixa Econômica Federal a regularização das parcelas.
O desperdício de dinheiro com a folha salarial é impressionante. Quantos jogadores atuando em outras equipes e, ainda continuamos a pagar os seus salários! R$ 120 mil mensais por Moisés é sacanagem!
Os clubes, incluindo o Corinthians preferiram receber suas cotas de TV e demais receitas de uma só vez, o que levou a gastança. O clube não teve receita a altura para honrar seus compromissos e, ainda perdeu jogadores e teve repor jogadores de níveis inferiores.
Tivemos redução de aproximadamente 95% de nossa capacidade financeira.
Mesmo diminuindo as despesas operacionais! Nosso endividamento aumenta na proporção que outros pontos de captação de recurso diminuem.
É conta simples, subtração e adição. Isso estou falando baseado no 1º Semestre de 2017.
Com o dinheiro do Brasileirão e das Vendas aliviamos um pouco o quadro, mas a gestão financeira e do marketing corinthiano não é das melhores, em tempos de economia instável a prudência fala mais alta, mesmo que nosso ano de 2017 tenha sido vitorioso, tivemos um elenco enxuto e, não podemos ter o desempenho do ano passado como parâmetro, pois, a tendência de desgastes por partes desses jogadores é muito grande o que resulta na queda de rendimento com o passar do tempo.
A gestão de um clube está ligada na capacidade de gerir os ativos e aumentar sua capacidade de captação de recursos, a fim de, que estes não sobrecarreguem o elenco atual e traga novas peças para repor às necessidades e agregue mais qualidade dentro de campo.
O que resta a nós, Torcedores Corinthianos é fazer nossa parte. Não será um ano ruim!
Só ressalto que o tamanho de nosso time não permite uma situação dessas!
Somos uma nação, somos Gigantes! As vezes os próprios dirigentes que lá estão não fazem ideia do tamanho real do Corinthians!
Vamos pra guerra! Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil!
Vamos continuar sendo a diferença, a voz que joga junto! Hoje e sempre!
Vai, Corinthians!
P.S.: se algum colega economista ou contador leia este artigo; exponha sua opinião e, se for o caso até me corrija!

