Marcello Figueiredo
Eu penso um pouco diferente, nossa dificuldade esbarra na falta de capacidade da diretoria, Futebol sul americano tá nivelado por baixo o Jô é bom jogador, mas tem outros bons jogadores por ai também, a um custo viável, mas cadê conhecimento de mercado, cadê habilidade pra fazer negócio, não tem diretoria, tudo recorre-se a empresário o que praticamente dobra o custo das coisas.. Pra que contratar Junior Dutra, e ter que pagar comissão p empresário dele, vai resolver nosso problema, veio p ser titular, é promissor, não.. Então não era prioridade
em Bate-Papo da Torcida > O centroavante e a água
Em resposta ao tópico:
Se você estivesse caminhando em um deserto, com 1 cantil cheio de água, e no meio do caminho viesse alguém e oferecesse 40 milhões de reais pelo seu cantil com água, você o venderia? Provavelmente você iria morrer de sede.
Se você fosse presidente de um clube que vai disputar a Libertadores, você venderia o seu centroavante, considerado o melhor jogador do Brasil em 2017?
O Jô tem 29 anos e ficam falando que ele é velho. Vejam as idades dos centroavantes sugeridos no site Meu Timão. A grande maioria dos jogadores citados são acima de 32 anos.
Onde você encontrará outro centroavante do mesmo nível para contratar? Com 40 milhões de reais e 500 mil por mês entre luvas e salários, é muito difícil para não dizer impossível contratar alguém do mesmo nível do Jô.
Poderemos sonhar com Cavani ou Soares, mas quanto custariam?
Um time de futebol necessita principalmente de um bom goleiro e de um bom centroavante.
Temos o Cássio no gol. Mas e centroavante? Vamos contratar o Trellez? Vai jogar com o Junior Dutra ou com o Kazim? Vão lançar o Carlinhos prematuramente?
Na minha opinião foi um erro vender o Jô. Estamos arriscando nosso futuro na Libertadores. É muito difícil conseguirmos um centroavante com qualidades.
Kazim já mostrou seu futebol. Não resolve.
Trellez tem 28 anos e marcou 40 gols em toda sua carreira. Não resolve.
Carlinhos é novo, Ainda tem muito que evoluir para ser titular. É novo, não resolve.
A venda do Jô só foi boa para o empresário que conduziu o negócio e para os comentaristas esportivos que torcem contra o Timão.
Agora só resta torcer para que apareça um jogador desconhecido, de qualidade, que possa suprir a ausência do Jô.










