Reynaldo Seniorreynaldo
Amadeu, emocionante seu depoimento, acho que temos muita coisa em comum, senão vejamos, também tenho descendência italiana por parte de mãe, cujo sobrenome era ROSATI, e meu avô era palestrino, e de menino me levava ao campo do Palestra, e o pior fantasiado com o uniforme deles. Mas graças a DEUS e meu pai corintiano, não só me tornei como joguei no juvenil do Corinthians ao lado de Rivelino, o nissei Sergio Echigo, um ponta que jogava muito. Como você vive muitas alegrias com nosso time, porem vivi 23 anos de pura gozação. Essa garotada de hoje não tem ideia do que sofremos com Pelé e Cia. Milton retranca Buzzeto. Todavia, após 1977 os ventos mudarm e passamos a colher frutos de nossa fidelidades, alías estava esquencendo a épica invasão do Maracanã de 1976, quando a via Dutra parecia a av. Paulista, apinhada de carros, caminhões abarrotados de torcedores que VIBRAVAM COM O TREMULAR DE NOSSAS BANDEIRAS,
em Bate-Papo da Torcida > Não há bem que sempre dure, mas não há mal que não se acabe
Em resposta ao tópico:
Caros manos, principalmente a aqueles que já perderam a esperança do hepta.
Sou descendente de Italianos, mas nem por isso torço para o Palmeiras. Sou Corinthiano desde meus onze anos, quando meu pai me levou para assistir a final do Campeonato que homenageava o IV Centenário de São Paulo. Já passei junto com o Corinthians, fases maravilhosas, mas, como tudo na vida, fases muito tristes. Como aqueles 23 anos sem ganhar um Campeonato Paulista. Foram 23 anos de gozações e descrédito que nos marcaram muito. Mas, voltando a ser descendente de Italianos, tive uma nona (avó) italiana linda e maravilhosa, que me ensinou muitas coisas na vida. Ela sempre dizia: Caro, NÃO HÁ BEM QUE SEMPRE DURE, MAS NÃO HÁ MAL QUE NÃO SE ACABE. E assim, lembrando de suas palavras, consegui sobreviver aos bullying dos colegas e amigos, nessa fase sombria de nossa história. Poderia citar muitas passagens, mas o que quero mesmo, é trazer aos manos fiéis como eu, a nossa solidariedade aos jogadores e torcedores de nosso glorioso Corinthians, é que nossa fase negativa já passou. Daqui para a frente vamos retornar a nossa série de vitórias, e emendar várias seguidas para conquistarmos o que é nosso por merecimento. Deus é magnífico e decretou nosso triunfo. Por isso repito os ensinamentos de minha amada Nona: NÃO HÁ BEM QUE SEMPRE DURE, MAS, NÃO HÁ MAL QUE NÃO SE ACABE. Contra tudo e contra todos, vai Corinthians...

