José Zafra
Vamos por partes:
1) Formação para jogos em casa:
Desde a conquista do Paulista eu disse que este esquema é perfeito para jogos FORA de casa, visto os jogos mais sofridos e difíceis foram em casa, cito Flamengo, Atlético-PR e Botafogo dos que lembro de cabeça.
A escalação pode até ser a mesma mas a formação tem que mudar, o Maycon livre pela meia direita, fazendo a mesma função que o Palinho, Elias, Jucilei, Edenilson faziam de elemento surpresa entrando na área no espaço entre o lateral esquerdo e o quarto zagueiro do time rival.
O Romero ou o Rodriguinho ficar como segundo atacante para ter mais presença de área.
Para jogos em casa eu usaria a seguinte formação 4-1-3-2
Cássio, Fagner, Balbuena, Pablo, Arana, Camacho(Gabriel), Maycon, Marciel, Jadson, Romero de segundo atacante (Rodriguinho, M. Gabriel ou Pedrinho) e Jô (Carlinhos).
2) Em cruzamentos é treino tem que melhorar a movimentação e posicionamento.
O que vem acontecendo é que o Jô ou o Kazim ficam parados na marca do pênalti, com isso a defesa irá ganhar todas, pois se a zaga irá se antecipar sempre.
Gols de cabeça só acontecem de 2 maneiras ou com a bola nas cotas da zaga, ou o centroavante se antecipa na frente da zaga. Não é questão de altura e sim de movimentação e posicionamento.
em Análise dos jogos > 30 bolas aéreas contra a pior defesa do campeonato?
Em resposta ao tópico:
Como pode tanta bola aérea em um time do meio para frente com: Gabriel, Maycon, Rodriguinho, Jadson, Clayson e Kazim? Onde o único com mais de 1. 80m é o Kazim, que nem de longe é tão bom quanto o Jô nas jogadas aéreas. Por quê?
Na pior zaga do campeonato, bola aérea era tudo o que eles queriam. Tanto que o gol deles saiu de uma bola aérea.
No jogo contra o Vitória foram 40 bolas aéreas e o resultado foi o mesmo. O que acontece?