Eduardo Muniz
Do céu ao inferno em apenas cinco meses, promessas que ficaram pelo caminho, mudanças de planos no clube, falta de informação e futuro indefinido. O zagueiro brasileiro Xandão comemorou quando trocou o Kuban Krasnodar pelo Anzhi Makhachkala em 2016, quando a equipe tinha o projeto de voltar a fazer contratações ousadas, como na época em que levou Roberto Carlos e Eto'o, e voltar a brigar por posições importantes na Rússia. Mas quando veio passar férias no Brasil em dezembro, período em que o futebol russo tem uma pausa por conta do rigoroso inverno, começou a receber notícias sobre uma reviravolta no time. O investidor que o contratou brigou com o então dono Suleyman Kerimov, que por sua vez vendeu o clube.
Xandão, que já teve passagens por Fluminense, São Paulo e Sporting, teve a primeira experiência na Rússia no Kuban, clube que defendeu entre 2013 e 2016. E chegou através do mesmo investidor que o levou para o Anzhi, que ele afirma não conhecer pessoalmente, pois as negociações acontecem através de intermediários. O jogador relata que a estrutura no clube de Krasnodar sempre deixou a desejar, o time passou por dificuldades financeiras e os salários ficaram atrasados. Questionado sobre a mudança para o Anzhi Makhachkala, ele afirma que o projeto era muito interessante, tanto que assinou por três temporadas.
E aí Corinthians seria uma boa para o setor defensivo, trata-se de um bom zagueiro...

