Paulo Paulo Paulo
O presidente eleito tem que ter uma perspectiva de prazo para poder implementar o seu trabalho. Três anos me parece um período razoável. O problema principal nem é esse. A meu ver, teriam que abrir candidaturas para pessoas de elevada qualificação, com salários de altíssimo padrão (nível jogadores top ou até acima), preferencialmente oriundas do e com renome no mercado. Bastaria aos conselheiros sabatinarem os candidatos e escolherem 4 ou 5 que, por sua vez, seriam submetidos ao escrutínio das urnas, mas não as do PSJ, e, sim, a do Fiel-Torcedor (quem ama o Corinthians somos nós, torcedores, e não os associados do Clube Social). Claro que ser corinthiano seria pré-requisito para a candidatura, pois o Timão não é empresa e muito menos uma Instituição impessoal. Ao contrário, rola paixão e isso deve ser respeitado. Mas, pra isso vingar, tem que se bolar uma fórmula jurídica de separar o Clube do futebol...
em Bate-Papo da Torcida > Estatuto do Corinthians
Em resposta ao tópico:
Atualmente a cada 3 anos entra um pior pelo visto na presidência, então porque não reduzir o tempo para:
- Um ano com avaliação de conselheiros e torcida (trabalho em conjunto) no período, criaria um sistema para isso, dependendo do resultado renova para mais um ano, assim sucessivamente até um prazo máximo de 3 anos, não tendo direito a reeleição.
Todas as empresas tem isso, avaliação de desempenho profissional, se não está indo bem porque não mudar?
Acho que o Corinthians virou refém de uma máfia desde a era Dualib.
Precisa mudar alguma coisa no estatuto para cortar essas regalias.
Abraço.
