Marcos Marques
Os dois!
Mas tem que se na medida certa.
Não pode vender todo mundo como vendeu. Se fosse fazer uma reformulação no time, faça como vinha sendo feito, mantendo 5 ou 6 jogadores titulares, acima da média e ir colocando novos para pegar entrosamento. Não essa diretoria fez um desmanche, é diferente, reformulou de uma só vez 12,13 jogadores muito bons e deixou os reservas e as vezes, reservas dos reservas. Exemplo, vai Renato Augusto, segura o Jadson, vai Ralf, segura o BH, não foi isso, quem quis sair (claro até eu) saiu do jeito que quis, com valores baixos.
Na hora de contratar, não tínhamos dinheiro e trouxemos o que tinha no mercado por aqueles valores.
Resultado: o time pena para conseguir ganhar algum jogo. Não teve estratégia, nem planejamento algum como tinha antes.
em Bate-Papo da Torcida > Dívida do SCCP: reduzir custos ou aumentar receita?
Em resposta ao tópico:
É fato! O Corinthians tem poucas chances de chegar à Libertadores no próximo ano. O futebol do nosso time é ruim. A classificação tem piorado a cada rodada.
Outro fato! Este cenário é consequência de opções da diretoria do clube. Optou-se por reduzir drasticamente os custos, se desfazendo de comissão técnica e vendendo jogadores. A folha salarial despencou. Ganhou-se uns trocafos. Tudo sob o discurso de equacionar as dívidas, que aumentaram absurdamente com a construção da Arena. O estádio foi mais uma opção da diretoria.
A questão é: para pagar dividas, temos que cortar custos ou aumentar a receita? O ideal é fazer os 2. Mas, no Corinthians isso não tem funcionado.
O corte de custos resultou em uma queda expressiva de bilheteria. Provavelmente, também deve ter caído a venda de produtos licenciados. Sem vaga na Libertadores (que aumentou os prêmios), também será perdida outra fonte de receita. Com um time sem destaque, os patrocinadores pagam menos e os NR ficam para mais tarde...
Esta é a grande diferença entre Andrés e Andrade. O primeiro tinha mania de grandeza e apostava no aumento de receita. Para isso, gastou muito. O segundo, tem mania de pequinês, e aposta da redução de custos. Por isso, ganha nada!
Como equilibrar, no futebol, o aumento de receita e a redução de despesas?

