Andre Savi
Concordo mano, se caso amplie a capacidade seria interessante essa ideia. Se liga na reportagem que eu estava falando.
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O dirigente Karl Heinz Rummenigge explicou ao jornal francês como é feita a gestão da bilheteira. “Dois dia após o calendário estar publicado, todos os jogos do clube em casa estão vendidos. Limitamos os números de lugares para associados aos 39 000, de forma a que o maior número possível de fãs possa usufruir do resto dos lugares. Asseguramo-nos também que os bilhetes sejam vendidos desde os 7,5 euros de forma a que os desempregados possam desfrutar do Bayern”. Uma excelente estratégia já que este turnover entre adeptos favorece a chegada de novas pessoas, tornando-os potenciais clientes para as lojas do clube. A loja integrada no estádio é outra das fontes de receita. Numa noite pode chegar facilmente aos 250 mil euros. Outra particularidade. O Allianz Arena é “alugado” aos patrocinadores para que estes realizem no recinto promoções de produtos ou conferências de imprensa, uma acção que facilita as sinergias entre os patrocinadores e o clube. O Bayern de Munique é sem dúvida um bom exemplo de gestão desportiva e financeira. Uma marca forte graças a uma estrutura organizada. O lema do Bayern de Munique “Mia san mia” (somos o que somos) diz muito sobre o clube.
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