Paulo Paulo Paulo
Marcelo, entendo seu ponto e louvo sua preocupação com sugestões, num nível de detalhamento interessante. Mas, por princípio, sou contra o ganho por produtividade, no futebol, exceto o que resultar do 'bicho' (aquela bonificação extra que costumam pagar por conquistas, que geralmente é acertado de forma meio empírica, no curso do campeonato). Ocorre que, nesse ponto, tanto quanto na questão da fixação do piso, os clubes jamais conseguirão um consenso, pois aqueles mais endinheirados tenderão a pagar mais pra fazer valer sua superioridade financeira, e vice-versa. Assim é o capitalismo. Ou seja, isso dependeria de um acordo de cavalheiros que, além da dificuldade de ser firmado pelos cartolas, mesmo que viesse a ser sacramentado, seria burlado na primeira oportunidade. Além disso, o boleiro precisa ter uma tranquilidade mínima, estabelecida pelos salários e direitos de imagem (ou como queiram chama-los), um valor fixo. Até porque campeão só um pode ser. Eu já ficaria feliz e premiaria a todos se eles se empenhassem verdadeiramente dentro de campo, o que já é algo difícil de se obter.
em Mercado da bola > Ganhos por produtividade. Como Funcionaria?
Em resposta ao tópico:
Para a saúde financeira dos clubes uma equalização dos gastos no Futebol é preciso urgentemente que se estabeleça um teto salarial. UM TETO JÁ! Teto de salários, luvas e direitos de imagem e principalmente comissões.
Com respeito as demais profissões, para um jogador de bola, 100 mil por mês já é um absurdo. Está bom de mais. Os clubes tem que bater o porrete na mesa e decretar: Bolerada é o seguinte: Quer ganhar mais? Faz fila na porta do Barcelona, Real Madri, ou do Chelsea, ou PSG. Pois não tem clube o suficiente no mundo, para bancar tanto jogador milionário com retorno satisfatório. No começo vai ser difícil? Sim é claro. Mas em 8 meses vai ter empresário implorando pra negociar jogador por 50 mil de salário por mês! E sem direito de imagem para burlar o fisco.
Chega de dividas para os grandes clubes e que clubes pequenos possam ressuscitar, e voltem a revelar bons jogadores para a capital, como sempre foi.
PROPOSTA 1 - TETO SALARIAL
PROPOSTA 2 – GANHOS POR PRODUTIVIDADE
Porcentual acumulativo por temporada.
Como Funciona:
Exemplo sobre uma pedida contratual de um atleta, para ganhar 500 mil reais por mês. Ou 6 Milhões anuais.
Estipula-se o Teto salarial de 100 mil / mês
Ou Hum Milhão e duzentos por ano - R$ 1.200.000 / ano. Deduz–se dos 6 milhões, sobram:
R$ 4.800,000,00.
Neste valor teríamos o saldo pendente para bônus de aproveitamento.
Nas conquista de campeonatos soma-se ao salário o acréscimo percentual sobre este valor residual :
Estadual + 14,28 % (R$ 685.000)
Copa do Brasil + 14,28 % (R$ 685.000)
Brasileirão + 14,28 % (R$ 685.000)
Libertadores + 14,28 % (R$ 685.000)
Mundial + 14,28 % (R$ 685.000)
Recopa + 14,28 % (R$ 685.000)
INDICE DE DESEMPENHO -
(sem expulsões - suspensões por Cartões amarelos ou por indisciplinas. Cortes ou suspensões por disciplina interna ou deficiência técnica.) + 14,28 % (R$ 685.000)
Ao final da temporada o atleta realmente CAMPEÃO
Saltaria de um ganho de Um milhão e duzentos mil Anuais
Para 6 Milhões no período. Justo ou não!
Se o patrocinador resolver pagar um Bicho extra por conquista ou competição... Problema deles.
Proposta 3 – Clube não compra jogador fatiado, por clubes ou empresários.
Chega de Jogador Pizza e clube barriga de aluguel.
Ou lucra 100% na transação ou nem procure por esse tipo de atleta. Chega de atravessadores e exploradores do próprio clube. Fim da GARCIAGEM.
