Guilherme Raduan
Quel começou a inflacionar foi Palmeiras e Flamengo...o Corinthians pagava mais para quem entregava mais, no caso Cássio e os csmpeotpelo clube ganhava mais...
Aí Flamengo e Palmeiras passaram a contratar sub craques (jogadores de 1 temporada), como Borja, Vitinho, E outras perebas, pagando salários astronômicos...isso inflacionou o mercado, pois quando o Corinthians foi trazer Roger Guedes, Renato Augusto e outros jogadores em 2020/2021 os jogadores alegaram proposta maior de Flamengo e Palmeiras...e o Corinthians para não perder teve que abrir as pernas...
Yuri Alberto mesmo, chegou aqui recebendo 1 milhão e 300 mil sem nem ter feito 1 gol, pois ele tinha proposta do Flamengo e do Palmeiras na época...
em Bate-Papo da Torcida > Salários no futebol estão completamente fora da realidade
Em resposta ao tópico:
Não estou nem dizendo em comparação aos salários de pessoas trabalhando em profissões mais cotidianas, como provavelmente a maioria de nós. Estão fora da realidade para a realidade do próprio futebol.
Eu lembro que a pouco tempo atrás, havia um teto salarial no clube: ninguém ganha mais que o Cássio. Isso talvez em 2020?
Isso me deixou curioso, e decidi procurar um pouco mais.
Em 2018, o teto salarial era de $500 mil. Isso a época era cerca de 8x mais que o salário do presidente da república (se não me engano). Pra mim, um completo absurdo.
Avançando pra 2020, o teto salarial deveria ser bem parecido, ou seja, cerca de $500 mil.
Em 2022, aumentou cerca de 50% em comparação a 2020, subindo pra cerca de $750 mil (10x mais que o presidente da república):
Em 2023, com Renato Augusto e Yuri Alberto, o teto subiu para cerca de $1mi, ou seja, 25% a mais que o ano anterior. (Não achei fonte aqui, isso é de memória mesmo)
Já em 2024, com Augusto Melo, esse valor subiu pra cerca or algo em torno de $2mi, com Coronado e Depay.
Isso me faz pensar onde essa parada vai terminar? Os salários aumentaram em mais 5x entre 2018 e 2024. Isso sozinho não é sustentável. Isso também não deve mudar, já que parece ser o novo normal para o futebol brasileiro. A questão que fica é: isso é sustentável? Não só para o Corinthians, mas para o futebol interno



