Antonio Matos
Se projetarmos aleatoriamente uma folha de pagamentos para essa gente, entre salários, férias, 13º, encargos sociais e FGTS, creio que deva ultrapassar, sossegadamente, a casa dos cinco milhões de reais mês!
Isso tudo sem se falar nos pagamentos dos não assalariados, que não são poucos! Pode?
Ah, tem que quebrar mesmo!
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