Marcelinho Revoltado
Conta simples
De 25 jogadores Corinthians precisa entender que 10 são fonte de dinheiro pelo menos a cada 2 anos.
1 que venda na casa de 20 a 25 milhões
2 que venda na casa de 15 a 20 milhões
3 que venda na casa de 8 a 15 milhões
4 que venda na casa de 3 a 8 milhões
E vários que venda entre 1 e 3 milhões.
Isso não sobre futebol é marketing, planejamento, vendas e sobrevivencia.
Os times por ai vendem caras ruins por 10 milhões, mas ai tem trabalho de departamentos, empresarios e agencias.
E sim, tem comissões sim, não é problema, na verdade chega a ser solução, mas desde que em um padrão estabelecido, com teto máximo e condições as claras em contrato e balancetes.
em Bate-Papo da Torcida > Sub-17: o cuidado com essa grande geração
Em resposta ao tópico:
Uma geração muito boa está vindo aí.
Com valores individuais e coletivos a categoria sub 17 começa a chamar a atenção neste ano.
Jovens abaixo da faixa, outros nascidos dentro dela, vem apresentando um futebol vistoso e eficiente.
Essa geração não tem medo, joga pra cima, não para e tem uma ambição durante os 90 minutos que podem servir de inspiração pra muito marmanjo.
Nesta terça-feira, foram sete gols no grêmio pelo Campeonato Brasileiro da categoria. Dois gols de Moscardo e dois de Caramico, além do Amistá, Rodrigues e Ronaldo que completaram a goleada. E esses nomes estão na lista que merece ser observada pela torcida e DIRETORIA. Ainda há Milani que serve a seleção, e outros valores.
A gerência dessa geração tem que ser feita de maneira perfeita, senão no mínimo, muito boa.
Tenho visto o ambiente das bases no Brasil como uma terra sem lei. Assédios, arbitragem, instituições e associações, tudo me parece um ringue que gera lucro futuro e não chama tanto a atenção da mídia.
Hoje, vejo que jovens são alçados a grandes investimentos e já ocupam as notícias, como se já existisse um trabalho junto à mídia para destaque prematuro. Vejo valores pagos em remuneração que alcançam os da maioria dos profissionais no país, em times de menor impacto nacional.
Não é só saber quando subir, ou a estrutura para a profissionalização. TEM QUE TER FORÇA POLÍTICA hoje em dia para administrar seus talentos, suas joias. E investimento. Investimento sóbrio e que, se bem legislado, se atenha ao "normal".
Há de ter regras para evitar o inflacionamento de jogadores iniciando a carreira e normas juridicamente bem elaboradas nas associações. Senão, vira guerra. Já é. Mas pode ser uma nuclear e fatal, capaz de comprometer tanto os atletas quanto os clubes.









