Zzba Bazz
Meu Deus mais uma do grupo de parasitas, parem de acreditar nestes podres que fazem parte desta podridão faz décadas! Suas mentiras são tão ridículas que nem uma criança acreditaria!
em Bate-Papo da Torcida > "Emirates, a dívida do Corinthians e a candidata que...
Em resposta ao tópico:
'Não bastassem as lorotas contadas em diversas entrevistas concedidas a podcasts, que integram sua pré-campanha à presidência do Corinthians — bancada pelo grupo que tenta implementar a SAFIEL em Parque São Jorge —, nas quais relativiza sua condenação por improbidade administrativa relacionada a um esquema envolvendo a empresa Transportes Urbanos Cidade Tiradentes (TUCT) e a SPTrans, a ex-vereadora Miriam Athiê decidiu seguir pelo mesmo caminho ao criticar os últimos gestores alvinegros.
A aprendiz de cartola chegou a insinuar que poderia ter quitado a dívida do Corinthians ao intermediar um suposto acordo com a Emirates, deixando a entender, inclusive, proximidade com o xeique Ahmed bin Saeed Al Maktoum.
Após virar chacota, minimizou o episódio, alegando ter participado apenas de um breve contato entre as partes.
Se as mentiras são evidentes, as verdades nem tanto.
Entre elas está o fato de que Athiê, até outro dia, participava de maneira oculta, mas absolutamente ativa, das gestões Augusto Melo e Osmar Stabile, sendo uma das principais articuladoras de campanhas, pedindo favores, obtendo cargos e intermediando negócios.
Um dos beneficiados por Miriam segue contratado pelo clube e atende pelo sugestivo apelido de “Kiko Mão Leve”.
Urgem mudanças na gestão e, principalmente, na forma de escolha dos candidatos à presidência do Corinthians.
Mas o desespero não pode servir de justificativa para entregar o clube às mãos desse tipo de gente.
Athiê, originaria do submundo da política malufista, é uma versão mais perigosa do que foi André ‘do Bilhão’.
Se as eleições alvinegras tivessem sido decididas pelo Fiel Torcedor — sistema que apoiamos —, ele provavelmente teria vencido, o que reitera não apenas a necessidade de responsabilidade por parte dos comunicadores — que exaltavam todas as lorotas do golpista —, como também a de maior atenção dos corinthianos àqueles que surgem como potenciais 'salvadores da pátria'.'