Carlos Gehlen
Acho que as informações não estão completas.
Por exemplo, com relação as dividas, elas podem ser transferidas para a nova empresa, a SAF no caso.
em Bate-Papo da Torcida > Modelos de SAFS vantagens e desvantagens
Em resposta ao tópico:
A Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criada pela Lei 14.193/2021, permitiu a transformação de clubes brasileiros em empresas, focando em governança, profissionalização e sustentabilidade financeira.
Os modelos variam desde a venda da maioria das ações (90%) a investidores externos até estruturas onde a associação civil mantém o controle, focando na reestruturação de dívidas.
Principais Modelos de SAF no Futebol Brasileiro:Venda Majoritária (Investidor Externo): O modelo mais comum para clubes endividados, onde um investidor adquire a maior parte do capital (geralmente 90%) em troca de aportes financeiros e gestão, como nos casos do Botafogo (Eagle Holding) e Cruzeiro (BPW Sports).Venda Parcial (Parceria): O clube vende parte das ações (ex: 70%), mantendo participação minoritária e maior influência na associação original, como foi o caso do Vasco (777 Partners).
SAF de Criação (Futebol de Base/Feminino): Estruturas focadas no desenvolvimento de atletas, especialmente nas categorias de base e com crescentes iniciativas no futebol feminino, impulsionadas pela obrigatoriedade de investimento em ambas as modalidades.
SAF Familiar/Local: Clubes menores ou de interior, como a Ferroviária, que adotam o modelo para organizar a gestão e buscar competitividade com orçamentos limitados.
Características e Vantagens:Profissionalização: Gestão por conselhos administrativos e diretoria executiva, separada da política clubista.Sustentabilidade: Normas rigorosas de transparência e controle financeiro.Aporte Financeiro: Possibilidade de atração de capital nacional e internacional para investimentos em infraestrutura e elenco.O sucesso da SAF não é automático e depende de um plano estratégico sólido, não apenas da mudança jurídica, com o mercado em contínua evolução.
Meu conceito, SAFS visam literalmente o Futebol do clube, com um nôvo CNPJ (registro)
Enquanto as dividas vinculadas com Arenas, processos trabalhistas e outros recai com o CNPJ do clube em questão.
Para quem acha que uma SAF no Corinthians pode ser aprovada do dia pra noite, é sonho de verão