Corinthiano Raiz
Se eu falar por escrito eu vou preso
Então deixa a injustiça ser feita nesse Brasil zona América
em Bate-Papo da Torcida > O Golpe do Tuma em parceria com o Andrés, Salve MP
Em resposta ao tópico:
Esse pedido de afastamento do Romeu Tuma Júnior, é UM GOLPE muito claro para não deixar que o seu parceiro Andrés Sanchez seja EXPULSO do SCCP.
A questão é complexa e toca diretamente no estatuto do clube, o que gera bastante debate jurídico nos bastidores do Parque São Jorge.
Para entender se isso pode 'melar' o processo ou ser considerado ilegal, precisamos olhar para dois pontos principais:
1. O Acúmulo de Funções e a Legalidade
Legalmente, o estatuto prevê que, na ausência ou afastamento do presidente do Conselho Deliberativo (Tuma Jr.), quem assume é o vice-presidente (no caso, Eugenio Pantaleão). Até aí, o rito segue a norma.
O problema que muitos juristas e opositores apontam é o conflito de competência:
Como vice-presidente: Pantaleão tem o dever de conduzir os trabalhos do Conselho.
Como membro da Comissão de Ética: Ele também participa da elaboração do parecer que sugere ou não a expulsão.
A defesa de Andrés Sanchez certamente usará esse argumento, alegando que o processo está 'viciado', pois a mesma pessoa que ajudou a relatar a denúncia agora tem o poder de pautar e conduzir a votação final.
2. O Risco de Anulação
Sim, existe um risco real de que isso sirva de base para um recurso judicial. Se a defesa de Andrés conseguir provar que Pantaleão agiu com parcialidade ou que houve cerceamento de defesa pelo fato de ele acumular o controle do julgamento e a acusação, a expulsão pode ser suspensa pela justiça comum, como já aconteceu em outros casos políticos no Corinthians.
O Cenário Atual
O que dizem os aliados de Tuma Jr.: Defendem que o afastamento foi justamente para dar transparência e que Pantaleão está apenas cumprindo o papel institucional previsto no estatuto.
O que diz a defesa de Andrés: Alega que o processo é político e que essa movimentação no comando do Conselho fere o direito a um julgamento isento.
Em resumo: A manobra é estatutariamente permitida (o vice assume no lugar do presidente), mas é um prato cheio para os advogados de Andrés tentarem anular qualquer decisão futura na justiça, alegando que o processo não foi imparcial. É um xadrez político onde qualquer erro de procedimento pode invalidar meses de investigação.
FICA EXTREMAMENTE DIFÍCIL QUALQUER COISA ACONTECER DE FORMA LEGAL E PRÓ CORINTHIANS, SE NÃO TIVER A INTERVENÇÃO JUDICIAL.
INTERVENÇÃO JUDICIAL JÁ, SALVA NÓS MINISTÉRIO PÚBLICO.