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Enquanto isso. No mundo paralelo do carioca lândia, o BRB, continua lavando, ops.. 'patrocinando' aquele clube imundo, e ninguém fala nada,
Imagina se O BRB fosse nosso 'patrocinador'?
em Bate-Papo da Torcida > Transparência na Arena: Quem são os novos donos da chave do nosso...
Em resposta ao tópico:
Fala, Fiel!
Como todos sabem, a Neo Química Arena passou por uma mudança importante nos bastidores. Com a queda da REAG/Arandu (envolvida em investigações pesadas), o Corinthians oficializou a Asarock Asset como gestora e a Genial como administradora do fundo imobiliário do estádio.
Sempre defendi aqui no fórum a profissionalização e a saída de 'aventureiros' da nossa gestão financeira. Por isso, fui atrás de entender quem são esses novos nomes que agora cuidam do nosso maior patrimônio. Aqui vai um resumo do que encontrei e que a gente precisa acompanhar:
1. A Conexão com a gestão anterior:
O nome forte por trás da Asarock (via PWA Participações) é Gabriel Pupo Nogueira. Ele foi Presidente do Conselho da REAG Securities. Ou seja: ele conhece profundamente como as coisas funcionavam na gestora anterior. A pergunta que fica é: essa mudança traz uma nova mentalidade ou é apenas uma continuidade com 'roupa nova'?
2. O papel da Genial:
A Genial já era parceira da REAG em vários fundos e também foi citada em investigações (como a Operação Carbono Oculto), mas se defende dizendo que é 'terceira de boa-fé', apenas cumprindo ordens administrativas. Para nós, o que importa é: o compliance deles será rígido o suficiente para blindar o Corinthians de novos escândalos?
3. O 'Ficha Limpa' da Asarock:
A Asarock é uma gestora nova (2022) e, no papel, está com a ficha limpa. Eles estão usando o contrato da nossa Arena como o grande 'cartão de visitas' no mercado. Isso pode ser bom, porque eles precisam mostrar serviço e ética para crescer, mas exige que o Conselho do clube e nós, torcedores, fiscalizemos cada centavo.
Conclusão:
A saída da REAG era urgente para evitar que o nome do Corinthians fosse jogado na lama judicial. A entrada da Asarock e da Genial traz um alívio imediato, mas não podemos baixar a guarda.
O Corinthians é gigante e não pode mais aceitar gestões que tragam riscos reputacionais. Precisamos de transparência real sobre as taxas de administração e sobre como o lucro da Arena será usado para abater a dívida com a Caixa.
O que vocês acham dessa nova 'parceria'? Alguém aqui já conhecia o histórico da PWA ou do Gabriel Pupo?
Vai Corinthians!


