Felipe Augusto
O Ramón conseguiu sim fazer o time jogar ofensivo, mas da maneira um pouco errada, o time ainda ficava um pouco espaçado, mas sim tinha posse de bola e jogava mais pra frente do que o time do Dorival júnior. Já o Diniz ele tem o diferencial, o time dele se posiciona aonde a bola está em número grande de jogadores, e com linhas muito próxima pra ter opção de passe e triangulações e quando perde a bola ele coloca o time pra marcar com linhas muito adiantada.
em Bate-Papo da Torcida > Era Diniz começou
Em resposta ao tópico:
Nunca ninguém criticou Diniz de retranqueiro ou coisa do tipo. As críticas ao trabalho dele sempre foram muito mais em função de resultados. E, nesse início de trabalho no Corinthians, ele está fazendo o que se espera dele: time ofensivo, priorizando quem trata bem a bola. Garro e Bidon juntos por dois jogos consecutivos; ele está fazendo o que Ramon e Dorival não conseguiram, e acredito que ele vai manter isso. O Garro, ao meu ver, ganhou a preferência de ter mais liberdade e ser o cérebro do time, enquanto o Bidon me parece com mais incumbências táticas de marcar, mas faz sentido, tendo em vista as características dos dois.
Com o André, está fazendo o óbvio: jogando de segundo volante, nada de colocar aberto como Dorival estava fazendo. O Kayke é outra aposta; particularmente não gostei, pois preferia ver o Dieguinho ganhando essa vaga. De qualquer forma, tá valendo.
Vamos ver o que dá na sequência do trabalho. Uma coisa é certa: ele vai ter apoio das arquibancadas, de forma que os últimos treinadores não tiveram desde Vitor Pereira; isso ajuda muito. É torcer para ele não surtar muito, de modo que os jogadores corram por ele. Técnico de quem jogador não gosta não tem o que salve.
Vai Corinthians!

