Siri Pote
Vamos ser sincero? Corinthians nunca teve uma gestão profissional de futebol, é sempre a mesma palhaçada da diretoria e jogadores...Não vejo isso acontecendo faz tempo nas pepas, por que será?
1998 – Vanderlei Luxemburgo: Embora tenha saído para a Seleção, o clima era tenso. Luxemburgo batia de frente com Marcelinho Carioca, o maior ídolo da época, estabelecendo um cabo de guerra entre comando técnico e liderança técnica.
2000 – Oswaldo de Oliveira: Após o título mundial, o elenco 'relaxou'. A saída ocorreu após uma sequência de derrotas no Brasileirão, com sinais claros de que o grupo não respondia mais às ordens de um técnico que eles consideravam 'bonzinho demais'.
2005 – Daniel Passarella: O caso mais clássico. O argentino tentou impor disciplina rígida e barrou o goleiro Fábio Costa. O elenco, liderado por Tévez e Roger Flores, 'entregou' um jogo contra o São Paulo (5 a 1), selando sua demissão.
2005 – Márcio Bittencourt: Mesmo em 1º lugar no Brasileiro, foi demitido. Jogadores influentes da MSI (investidora) preferiam um nome de maior peso, e o silêncio do elenco sobre sua saída foi interpretado como anuência.
2010 – Adilson Batista: Tentou mudar o esquema de jogo consolidado por Mano Menezes. O time parou de render, e as lideranças (como Ronaldo Fenômeno e Roberto Carlos) deixaram claro que o estilo de Adilson não encaixava.
2019 – Fábio Carille: Na sua segunda passagem, criticou publicamente o elenco, chamando os jogadores de 'imaturos'. O time parou de jogar, e após uma derrota para o Flamengo, Carille admitiu que não conseguia mais falar com o grupo.
2020 – Tiago Nunes: Chegou com a missão de modernizar o estilo de jogo e 'limpar' os veteranos. Barrou jogadores queridos pelo grupo e proibiu costumes internos. O elenco boicotou a mudança tática até sua demissão.
2022 – Sylvinho: Apesar do apoio da diretoria, o time em campo parecia apático. A evidência foi a rápida melhora de rendimento e postura do grupo assim que um técnico com ideias mais 'europeias' (Vítor Pereira) chegou.
2022 – Vítor Pereira: A derrubada aqui foi 'póstuma'. Após sua saída, jogadores como Roger Guedes e Fagner deram entrevistas pesadas criticando o caráter e a gestão de grupo do técnico, confirmando que o clima era insustentável.
2023 – Vanderlei Luxemburgo: Jogadores experientes, como Renato Augusto, discordavam abertamente das táticas e dos treinos 'ultrapassados' de Luxa. A falta de intensidade em campo era a prova visual da desconexão.
2024 – Mano Menezes: A relação implodiu quando Mano chamou o jogador Yuri Alberto de 'sic' durante um jogo. O vestiário se fechou contra o treinador, e o desempenho despencou no Paulistão.
2024 – António Oliveira: O time começou a apresentar falhas individuais bizarras e falta de organização. Rumores de que o técnico havia perdido o controle das lideranças culminaram na demissão após a entrada na zona de rebaixamento.
2025 - Família Diaz:
2026 - Dorival:
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