Danilo Cunha
Cara, então. O Gui eu acho que ainda tem uma boa margem para adaptação/evolução. Mas é como falei no tópico lá do Leozinho (promessa sub 15). Essa molecada que vai mais para o estilo do 10 precisa começar a se ligar/aprender a jogar com tempo e espaço mais reduzido. Precisam ser mais rápidos nessas decisões, aprender a mapear o campo antes mesmo de estar com a bola. Pensar antes de executar. Na base a molecada tem espaço para conduzir, para pensar. Se não virarem a chave serão engolidos no profissional.
O caso do Bahia é um pouco mais complexo. Sei lá, eu vejo potencial nele, mas para volante (seja primeiro ou segundo), acho ele franzino (aliás, mais um caso de um moleque da base do clube com potencial mas com físico de rato). E não consigo enxergar nele a técnica e capacidade tática do Bidon. Eu só vejo possibilidade de evolução no Bahia se fizerem uma boa evolução física nele. Literalmente ganhar corpo. Mas é um risco, pois pode minar o futebol do moleque.
em Bate-Papo da Torcida > Além de André e Bidon
Em resposta ao tópico:
Temos mais dois excelentes meio-campistas da base, Gui Amorim meia-atacante e Bahia segundo volante.
Bahia os mesmos torcedores que antigamente, ficavam perseguindo Breno Bidon, já crucificaram o Bahia porque jogou mal contra o São Paulo, numa partida que o time todo foi mal.
Bahia fazia dupla de volantes com André na base, e o grande destaque da geração sempre foi o Bahia, que era convocado com frequência, e titular absoluta da seleção de base, Bahia que jogou maior parte dos jogos na base como segundo volante, mas quando jogou de meia-armador foi bem também.
E Gui Amorim é o jogador mais badalado da base, ao lado do Iago atualmente, e como razão pela excelente temporada que fez ano passado, fez chover no sub-17 ano passado, muitos gols e assistências, consegue jogar como um meia armador, municiando os atacantes, e como um meia-atacante mais solto e infiltrando na área pra marcar gols.