Carlos Nunes
Somos o time do “quando quer jogar”. Quando quer, até empolga… mas quando não quer — que é quase sempre — vira freguês de todo mundo. Entra em campo sem vontade, perde jogo ganho, ressuscita adversário e faz a torcida passar raiva. Talento até tem, mas falta raça, vergonha na cara e constância. Do jeito que está, não mete medo em ninguém — só esperança no rival.