Fábio Santos
Entre o Legado de 2025 e o Futuro: O Desafio da Gestão no Corinthians.
Fábio Oliveira Santos[1]
Mudanças são necessárias e por vezes são fatores que lançam para a frente e uma nova retomada se constrói nesse caminho percorrido. No plano filosófico é bem isso, a mudança e a transformação.
No entanto, na esfera administrativa não seja assim, situação tão complexa quanto à filosofia é necessário decisões pontuais por meio da reflexão e análise de caixa e projeção de futuro a fim de se atingir as metas. Planejamento!
Nesse início de ano percebe-se a retomada dos trabalhos um pouco mais acelerada em relação aos anos anteriores, daí a tomada de decisão rápida e – nunca – especulativa, ainda que gerem notícias e encham os olhos.
O Time que terminou 2025 – muito vencedor - merece muito crédito pelas conquistas anteriores, ainda que não seja garantia de vitórias no futuro! Mesmo assim, o potencial é imenso e precisa de auxílio para não sobrecarregar o time e – sem dúvida – a Fiel torcida.
Uma visão saudável: pagar as contas primeiro!
A grande mídia tem pontuado a saída deste ou daquele jogador bem como a chegada de outros. Não se pode esquecer dos impedimentos: Transfer ban, haja vista os problemas de planejamento e o que desencadeou, ainda que o acordo esteja a caminho[2] não se pode descuidar para que não se repita.
Quanto à saída deste ou daquele, é preciso cuidado com isso, mas é importante um fôlego para o ataque e quem sabe uma mudança em relação ao camisa nove que entregou muito e viveu altos e baixos no clube, hoje sem dúvida estabelecido e fortíssimo candidato a abrilhantar os solos europeus.
Craque como jogador! Indiscutível essa posição, porém discutido os gols que perdeu por essa ou aquela situação. Fica na memória a presença e a decisão nos momentos ruins, não se acovardou nem nos piores momentos!
Em suma, o Corinthians vive um momento de transição onde a paixão da torcida deve ser amparada pelo pragmatismo da diretoria.
O sucesso retumbante de 2025 oferece o crédito necessário para trabalhar com calma, mas o fantasma do transfer ban serve como um lembrete constante de que o planejamento não aceita atalhos.
Seja na manutenção da base ou na busca por novos reforços para aliviar o elenco, a prioridade deve ser a saúde institucional.
Somente com as contas em dia e uma análise técnica fria — especialmente sobre posições cruciais como o ataque — é que o clube transformará o potencial atual em uma nova era de glórias sustentáveis.
[1] Professor e advogado.
[2] Disponível em: Acesso em: 01/01/2026.
em Bate-Papo da Torcida > Entre o Legado de 2025 e o Futuro: O Desafio da Gestão no Corinthians