Bruno Silva
Negociações podem dar certo ou dar errado amigo, faz parte! E no final abrir mão desse tal de Spindel que ninguém nem lembrava que existia no Flamengo e que estava desempregado até o momento em troca do Marcelo Paz foi a melhor melhor opção para situação atual do clube, mas a situação do Corinthians deixou muitos torcedores emocionados e com vontade de baterem em qualquer negociação ou decisão do clube que o Torcedor acha que tem que acontece, e nem sempre é assim.
Obs. Eu não acho que o Stabile seja o presidente ideal para o clube e gostaria de uma SAF no clube mas é o que tem para o momento e penso que é uma choradeira absurda em qualquer Negociação frustrada no Corinthians ver um monte de gente encharcando o fórum de lágrimas.
em Bate-Papo da Torcida > Salvem o Corinthians, por favor!
Em resposta ao tópico:
Bruno Spindel, um profissional respeitado pelo mercado, estava pronto para assinar com o clube. Mesmo assim, a diretoria não entregou a documentação básica . Ninguém assina um contrato às cegas. Isso não é detalhe: é amadorismo e desrespeito com o Corinthians.
Enquanto isso, dirigentes tratam a taça como se fosse troféu pessoal, como se a conquista não fosse dos jogadores e da torcida.
Um ex-presidente afastado pela Justiça segue cercado de silêncio do clube, num tal comitê de justiça que está há 200 anos apurando as provas. E sabemos que, no fim, vai inocentar ele. Com investigações que nunca acabam.
O tal “compliance” só funciona quando convém: derrubou a SAFIEL, serve para travar processos, mas vira alvo de pressão quando contraria interesses internos. Já que, quando convém, a palavra do tal compliance nada vale: reprovar a SAFIEL que eles não queriam serve; reprovar patrocinador que eles queriam, daí a palavra do compliance não serve.
Está tudo cada vez mais escancarado.
O torcedor está exausto. A diretoria conseguiu destruir, em poucos dias, a alegria que os jogadores nos deram em campo, afastando um dos melhores profissionais da gestão anterior — depois de várias tentativas fracassadas de contratar alguém do mercado, que claramente não confia nessa administração.
