Leonardo B.
Exatamente...
Sinceramente, não comemorei esse título como comemorei outros no passado, pois sei que os problemas irão continuar, o mesmo grupo politico irá continuar.
Ganhamos 2 títulos neste ano, porém, foi uma temporada estressante, e creio que isso vai contínuar. Para chegar ao ponto de jogadores reclamarem... Não está nada bem.
Cortina de fumaça. Estão abaixando a poeira e escondendo debaixo do tapete.
Estão dizendo que estão adotando uma postura mais 'profissional', com corte de gastos, etc. Mas sabemos que não adianta trocar pessoas, o problema está na estrutura da gestão.
O Corinthians até pode dar uma melhorada com o objetivo de afastar o olhar do Ministério Público, mas sabemos que essa postura é mais para proteger grupos politicos dominantes do que realmente para ajudar a instituição.
em Bate-Papo da Torcida > A Copa do Brasil não pode virar cortina de fumaça!
Em resposta ao tópico:
A conquista da Copa do Brasil merece respeito — e também memória.
O torcedor não pode permitir que um troféu seja usado para encobrir décadas de decisões políticas que enfraquecem o Corinthians, criam instabilidade, expõem o futebol a vazamentos e sabotagens internas e empurram o clube para crises recorrentes.
Esta vitória foi, acima de tudo, da torcida, dos jogadores, da comissão técnica e de quem trabalha diariamente para sustentar um ambiente mínimo de competitividade — com destaque para Fabinho Soldado , que tem sido alvo de desgaste político e pressão de bastidores.
Se dependesse apenas de gestão e “conchavos”, o Corinthians já teria pago um preço esportivo ainda maior. O campo salvou o que a política vem colocando em risco há tempo demais.
O recado ao torcedor precisa ser direto: celebrar é obrigação, mas cobrar é sobrevivência.
O clube não pode seguir refém de grupos que vivem de disputa interna, comissões paralelas, vaidades e interesses próprios.
O Corinthians precisa de autonomia técnica, blindagem do futebol, transparência, responsabilização e governança de verdade — não discursos.
Que a festa do título aconteça.
E que, no dia seguinte, a arquibancada e o quadro social mantenham a mesma energia para exigir mudanças estruturais: menos política predatória, mais profissionalismo; menos vazamento, mais seriedade; menos sabotagem, mais Corinthians.


