Antonio Martim
Esse boca de bolacha que não sabe nem falar e muito menos administrar uma empresa... Não entendo como ele vem e coletiva dizer que tem uma empresa com 400 funcionários...fala com todas as letras que entende de administrar...e não consegue ir com um advogado na caixa pra discutir diminuição juros das parcelas da Neo Química é o fim...tapa na cara dos torcedores e prometeu para o presidente das Gaviões que essas ratazanas não iriam está na sua gestão e agora tudo que falou foi ralo e com isso a cada atitude perde credibilidade.
em Bate-Papo da Torcida > Mais um duro golpe do presidente Osmar Stabile à torcida Corinthiana
Em resposta ao tópico:
A escolha de Antônio Jorge Rachid Júnior para secretário-geral é um duro golpe na credibilidade do presidente Osmar Stabile. Durante sua campanha e no início do mandato interino, Stabile afirmou que romperia com as práticas e personagens das antigas gestões, prometendo oxigenar a política do clube.
Ao trazer de volta um dirigente marcado por polêmicas de 2017 — inclusive a acusação de prometer pagar mensalidades de associados em troca de votos — Stabile contradiz publicamente seu discurso de renovação.
Além da incoerência ética, a nomeação reforça a percepção de que o Corinthians continua preso a figuras históricas ligadas ao ciclo que afundou as finanças e a reputação do clube.
Em vez de investir em quadros técnicos e novos líderes, a gestão opta por um retrocesso político, reacendendo divisões internas e minando a confiança de conselheiros, torcedores e potenciais patrocinadores.
Para um presidente que assumiu com a missão de restaurar transparência, credibilidade e governança, a volta de Rachid sinaliza fragilidade política e capitulação às velhas alianças do Parque São Jorge. Trata-se de uma decisão que, no mínimo, exige explicações claras à Fiel sobre qual projeto de mudança Stabile realmente defende — se é que ainda há algum.
