Coqueluxe
Estava indo tudo bem, até que li:
É um modelo político de gestão, parecido com o sistema petista de governo: colocam membros de partidos e alianças em cargos para os quais não são especialistas.
Quem dera fosse só o PT que fizesse isso, porém me lembro que recentemente, durante a pandemia, um certo alguém nomeou general como ministro da saúde... No Brazil (com Z para seguir as diretrizes do MAGA) não se governa sem o apoio centrão.
Mas voltando para o Corinthians e a SAF, na minha opinião é questão de tempo. O clube está falido e em breve não vai mais ter o que roubar, uma pena mas é a realidade.
O problema é que a SAF pode ser feita de vários modelos, e muitos deles podem não dar certo, vide Vasco e Atlético mineiro, por exemplo, e você pode ter certeza que as ratazanas vão optar pelo modelo onde possam encher mais os bolsos em seu último ato.
Vejamos e oremos para que São Jorge e o Ministério Público de São Paulo salvem o Corinthians, por que no que depender da política interna só sai tragédia.
em Bate-Papo da Torcida > SAF: profissionalização nunca vai ocorrer, eis o porquê
Em resposta ao tópico:
Porque, para eles, profissionalizar a gestão do clube seria admitir que perderam o controle. Seria reconhecer que, embora muitos sejam grandes em suas profissões, não conseguem governar e organizar o Corinthians. O que desejam é algo semelhante ao que Eduardo Bandeira de Mello fez no Flamengo — mas o que aconteceu lá dificilmente se repetirá na história do futebol brasileiro.
O sonho deles se aproxima mais do modelo do Palmeiras: um patrocinador forte que injete recursos pesados e banque sozinho certos custos, enquanto os associados tentam manter algum grau de governança interna. É um modelo político de gestão, parecido com o sistema petista de governo: colocam membros de partidos e alianças em cargos para os quais não são especialistas.
O mesmo acontece no controle do futebol do Corinthians. Não por acaso, Andrés Sanchez foi deputado pelo PT. A estrutura é de apadrinhamento, não de competência.
Sinceramente, vejo apenas duas saídas:
- A falência, que obrigaria a uma reconstrução total;
- O surgimento de um mecenas, um patrocinador de peso que aceite sustentar o clube.
Porque a realidade é dura: o Corinthians nunca vai se profissionalizar de verdade, nunca vai virar SAF — isso é praticamente impossível, ainda mais depois do escândalo do uso indevido dos cartões corporativos. Nada aconteceu, e justamente quem autorizou tais práticas é quem hoje está sendo processado.

