Luan Garcia
O dirigente da vez não teria liberdade ilimitada para gastar, tendo seu patrimônio pessoal penalizado caso estourasse o teto. Uma possível fórmula seria esta sugerida por este humilde contador:
1- Gastos com folha, direitos de imagem, direitos federativos, despesas administrativas e financeiras seriam limitados ao Valor total das receitas recorrentes (descontados os valores de vendas de atletas e mecanismos de solidariedade)
O dirigente que gastasse mais do que arrecadou com receitas recorrentes seria responsabilizado criminalmente pelo excesso de gastos.
2- Valores de vendas de atletas ficaria bloqueado para realizar gastos correntes, ficando disponíveis apenas para pagamento das dívidas de curto prazo e da RCE, caso contrário os dirigentes ruins irão usar pra fazer acordos exdrúxulos como o caso Pedro/ Zenit/ Fernando Garcia, ou usado para mais gastança como as vendas de Moscardo, Wesley, Murilo, João Victor, dentre outros, que nada serviram pra diminuir as dívidas do clube.
3- Receitas de Naming rigths e de match day ficariam bloqueadas para pagamento da Arena, onde ficariam aplicadas em Fundos rendendo juros para ir pagando as parcelas que com o último acordo tendem a diminuir com o passar do tempo (o dirigente que atrasasse parcela da arena deveria ser penalizado com expulsão do quadro de sócios)
4- Proibir antecipação de receita para cobrir gastos correntes, ficando permitindo antecipar recebíveis a uma taxa menor que a SELIC e não mais que até o exercício (ano fiscal) seguinte.
5- Teto de gastos para o clube social e esportes amadores: Seria feito um orçamento à parte, onde os esportes amadores e clube social só poderiam gastar apenas do dinheiro que eles próprios arrecadam, pois ano após ano este setor apresenta déficit em cima de déficit e há grandes suspeitas e baixa transparências sobre estes gastos.
5- Criação de SAF para separar o futebol do clube social: Criação de uma SAF onde o clube social detivesse 51% das ações e poder de veto, o restante das ações seriam vendidas na bolsa e a torcida que adquirisse as ações teria direito a representatividade no conselho de administração e assim o time não ficasse eternamente refem da política do clube.
6- Com a injeção de capital o clube ganharia fôlego financeiro, com uma gestão profissional e planejamento estratégico eficiente, a tendência era transformar isso tudo em competitividade esportiva no médio e longo prazo.
Em alguns anos não teríamos mais matérias deste tipo em que devemos 40 milhões a um jogador de que saiu por que não teve seus pagamentos honrados, com técnico que teve contrato de 2 anos em fim de mandato sendo que a média de tempo de trabalho dos últimos anos não dava nem 6 meses, com dívida de 41 milhões de um jogador que compramos e não pagamos, dívidas trabalhistas de jogadores que jogaram há mais de 10 anos no clube pela última vez, jogador que foi vendido e anunciado que tínhamos 10% e não temos, que tínhamos 30% e vendemos por preço de pinga? Pinga quem gosta é o pessoal do chiqueiro do outro lado!
É possível fazer um time forte com inteligência de mercado e técnicos bons, vide o fortaleza e Bragantino que gastam muito menos que a gente na temporada!
Por último
1- Venderia o Memphis pra me livrar dessa despesa absurda no mês e ainda incrementar 10mi de Euros de multa (resta saber quanto é a nossa parte)
2- Venderia o Bidon que é bom jogador mas não é peça fundamental para o time. Martinez, Garro e Raniele seguram esse meio campo, quando Carrilho voltar também ajudará. Já usaria o valor pra pagar dívidas.
3- Daria mais chances ao Gui Negão mesmo com a volta do Yuri e para o Kaike pra tentar vender (Europa paga bem em atacante)
4- Priorizaria formação de meias e atacantes rápidos e habilidosos na base pra tentar vendas por valores mais altos, vide o time do VAR do outro lado. Nos últimos anos só revelamos zagueiros e volantes o que já mostra sinais de uma base focada em defesa.
5- Acabaria com benefícios tanto de sócios, conselheiros e torcidas organizadas pra estancar a sangria de imediato.
Vai Corinthians!
em Bate-Papo da Torcida > A solução para o Corinthians: Teto de gastos!









