Ermerson Farias
O clube precisa começar a divulgar as despesas, precisaria fazer o simples para que tds possam voltar a confiar.
Hoje sabemos que entra 100 mi na Nike mas ninguém saberá para onde vai.
Deveriam simplificar.
Folha salarial 200 mi
água e Luz - 2 mi
Empresários 1 mi
Patrocínio 50 mi
Quitar divida / parcial 15 mi
Hoje o clube só consegue passar que pagou, OUTROS, DESPESAS GERAL, DESPESAS PARCIAL.
em Bate-Papo da Torcida > Período entre impeachment e eleições 2026 no Corinthians (sugestão...
Em resposta ao tópico:
Teremos Osmar Stabile como presidente neste período, que espero que seja de mais estabilidade política antes de tudo. O Corinthians precisa de muitos ajustes financeiros (isso é fato), e eu ACHO que o Corinthians poderia seguir o seguinte caminho:
- Venda do Naming Rights da arena (o que já foi falado pelo presidente eleito), que cubra os juros anuais, pelo menos, visto que hoje nem isso cobre;
- Direcionar as receitas de bilheteria para a amortização da dívida da arena (o Corinthians deve ficar com algo em torno de 30 milhões hoje, pois tem uns 55% da renda por jogo);
- Vendas de: Gui Negão, Breno Bidon, Dieguinho, Bahia, Kayke e etc. De forma planejada (não tudo de forma imediata, necessariamente), para que consiga um fluxo de caixa;
- Venda do Naming Rights do CT (inclui Fazendinha, Ginásio Poliesportivo, tudo que tiver lá), mesmo que seja apenas para questões de infraestrutura interna, como finalizar o CT da base, arrumar instalações da fazendinha, manutenções necessárias, etc.;
- Patrocínio máster é algo que poderia ser visto com a atual patrocinadora, seja tentar acordo para estampar no CT, que falei anteriormente, ou deixa como está e apenas sobe o valor no fim do contrato mesmo, mas isso seria em 2027.
Se eu tivesse sido o presidente eleito, TENTARIA seguir por este caminho. Tentar fechar um acordo com um Naming Rights que cubra os juros anuais e direcionar o valor diretamente para isso, e a bilheteria vai amortecendo a dívida de fato. Conforme a dívida fosse amortecendo, os juros iriam diminuir, e logo o valor anual do Naming Rights pagaria juros e amorteceria um pouco da dívida também. Não precisa ter a bilheteria exclusivamente para a arena para sempre, mas talvez até o fim de 2026 ajudaria.
A base é outra questão de 'salvação'. Na minha opinião, daria para fazer um dinheiro para fluxo de caixa ano que vem com esses exemplos citados acima (que eu falei de vandas dos atletas) e o Naming Rights do CT poderia ser para a estrutura da base, pois é com eles que contamos quando jogadores se lesionam, vide 2022 com o VP e esse ano com o Dorival, e com eles que fazemos dinheiro (mesmo que mal vendidos).
E claro, seria apenas um começo...
