Fellipe Marcellus
Concordo com você mas acrescentaria algumas outras coisas.
Eu venderia os naming rights por pelo menos 900M por 10 anos de contrato. Isso pagaria a arena tranquilamente, sem necessidade de tirar grana dos cofres do clube.
Mudança do estatuto para fiel torcedor poder votar, mas apenas para fiel torcedor com mais de 5 anos adimplente no plano mais caro, se não vira farra e corre risco de compra/troca de votos.
Além disso, responsabilização civil e criminal em caso de corrupção e gestão temerária para TODOS os cargos institucionais do Corinthians. Respondendo, inclusive, por irresponsabilidade financeira, como pagar 6M de salário pra um único jogador.
Após a venda dos NR do estádio, colocar 30% da arena na bolsa para arrecadar, pelo menos, mais 700M para serem direcionados ao abatimento da dívida do clube.
Isso posto, reduziríamos consideravelmente nossas dívidas. A partir daí, utilizar 80% do lucro líquido da bilheteria da arena, 50% da venda de jogadores e 20% dos patrocínio pra contrações planejadas pra a temporada. Sem acrescentar nem tirar 1 real desse planejamento.
Trabalhar com um budget assim traria mais transparência e organização para o clube.
em Bate-Papo da Torcida > Período entre impeachment e eleições 2026 no Corinthians (sugestão...
Em resposta ao tópico:
Teremos Osmar Stabile como presidente neste período, que espero que seja de mais estabilidade política antes de tudo. O Corinthians precisa de muitos ajustes financeiros (isso é fato), e eu ACHO que o Corinthians poderia seguir o seguinte caminho:
- Venda do Naming Rights da arena (o que já foi falado pelo presidente eleito), que cubra os juros anuais, pelo menos, visto que hoje nem isso cobre;
- Direcionar as receitas de bilheteria para a amortização da dívida da arena (o Corinthians deve ficar com algo em torno de 30 milhões hoje, pois tem uns 55% da renda por jogo);
- Vendas de: Gui Negão, Breno Bidon, Dieguinho, Bahia, Kayke e etc. De forma planejada (não tudo de forma imediata, necessariamente), para que consiga um fluxo de caixa;
- Venda do Naming Rights do CT (inclui Fazendinha, Ginásio Poliesportivo, tudo que tiver lá), mesmo que seja apenas para questões de infraestrutura interna, como finalizar o CT da base, arrumar instalações da fazendinha, manutenções necessárias, etc.;
- Patrocínio máster é algo que poderia ser visto com a atual patrocinadora, seja tentar acordo para estampar no CT, que falei anteriormente, ou deixa como está e apenas sobe o valor no fim do contrato mesmo, mas isso seria em 2027.
Se eu tivesse sido o presidente eleito, TENTARIA seguir por este caminho. Tentar fechar um acordo com um Naming Rights que cubra os juros anuais e direcionar o valor diretamente para isso, e a bilheteria vai amortecendo a dívida de fato. Conforme a dívida fosse amortecendo, os juros iriam diminuir, e logo o valor anual do Naming Rights pagaria juros e amorteceria um pouco da dívida também. Não precisa ter a bilheteria exclusivamente para a arena para sempre, mas talvez até o fim de 2026 ajudaria.
A base é outra questão de 'salvação'. Na minha opinião, daria para fazer um dinheiro para fluxo de caixa ano que vem com esses exemplos citados acima (que eu falei de vandas dos atletas) e o Naming Rights do CT poderia ser para a estrutura da base, pois é com eles que contamos quando jogadores se lesionam, vide 2022 com o VP e esse ano com o Dorival, e com eles que fazemos dinheiro (mesmo que mal vendidos).
E claro, seria apenas um começo...
