Roberto Cardoso
Félix Torres é facilmente top 3 dos piores negócios que o Corinthians fez na vida: salário de 1 milhão pra um pé de rato que não vale mil, transferban por calote, uma bola de neve que transformou uma operação de cifras já polêmicas em uma negociação de mais de 50 milhões de reais.
Na série B deve existir pelos menos uns cinco zagueiros muito bons que ninguém dá moral que poderia chegar no Corinthians por menos de 1/4 do valor que pagam ao Infelix
em Bate-Papo da Torcida > Confira os salários dos jogadores do Corinthians em 2025
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O Corinthians se prepara para um 2025 de elenco reforçado e com apostas estratégicas para brigar por títulos. Após um 2024 turbulento, o clube paulista busca estabilidade e competitividade em competições nas competições que participa: Campeonato Paulista, agora – Copa Sul-Americana, Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Para isso, conta com nomes de peso, como o atacante holandês Memphis Depay, a principal contratação recente.
Quais são os salários dos jogadores do Corinthians em 2025?
Para manter um elenco competitivo, o Corinthians investe pesado na folha salarial. Por isso, o custo mensal do time gira em torno de R$ 23 milhões, o que inclui salários, encargos, comissões e bonificações. Esse valor, entretanto, é próximo ao gasto de 2024, o que reflete a continuidade da estratégia de manter um plantel forte.
O jogador mais bem pago do Brasil atualmente veste a camisa do Timão: Memphis Depay recebe cerca de R$ 3,5 milhões mensais. Além disso, outros nomes de destaque também possuem vencimentos expressivos, como Igor Coronado (R$ 2,2 milhões) e Yuri Alberto (R$ 1,7 milhão).
Lista de salários dos jogadores do Corinthians em 2025
Matheus Donelli (32); Goleiro – R$ 110 mil – Contrato até Dezembro/2025
Hugo Souza (1); Goleiro – Não revelado – Contrato até Dezembro/2028
Diego Palácios (6); Lateral-esquerdo – R$ 290 mil – Contrato até Dezembro/2027
Hugo (46); Lateral-esquerdo – R$ 75 mil – Contrato até Dezembro/2026
Matheus Bidu (21); Lateral-esquerdo – R$ 140 mil – Contrato até Dezembro/2025
Matheuzinho (2); Lateral-direito – R$ 250 mil – Contrato até Dezembro/2028
Félix Torres (3); Zagueiro – R$ 1 milhão – Contrato até Dezembro/2027
Gustavo Henrique (13); Zagueiro – R$ 800 mil – Contrato até Dezembro/2025
André Ramalho (5); Zagueiro – R$ 850 mil – Contrato até Dezembro/2026
Ranielle (14); Volante – R$ 350 mil – Contrato até Dezembro/2028
Maycon (7) – empréstimo; Volante – R$ 550 mil – Contrato até Dezembro/2025
José Martinez (70); Volante – Não revelado – Contrato até Dezembro/2027
Charles (8); Volante – R$ 210 mil – Contrato até Dezembro/2027
Breno Bidon (27); Volante – Não revelado – Contrato até Dezembro/2028
André Carillo (19); Meia – R$ 30 mil – Contrato até Junho/2026
Ryan (37); Meia – R$ 110 mil – Contrato até Dezembro/2025
Igor Coronado (77); Meia – R$ 2,2 milhões – Contrato até Dezembro/2026
Rodrigo Garro (10); Meia – R$ 800 mil – Contrato até Dezembro/2027
Ángel Romero (11); Atacante – R$ 550 mil – Contrato até Dezembro/2025
Yuri Alberto (9); Atacante – R$ 1,7 milhão – Contrato até Dezembro/2027
Talles Magno (43); Atacante – R$ 650 mil – Contrato até Julho/2025
Héctor Hernández (22); Atacante – R$ 420 mil – Contrato até Dezembro/2026
Memphis Depay (32); Atacante – R$ 3,5 milhões – Contrato até Junho/2026
Ramón Díaz; Técnico – R$ 1,6 milhão – Contrato até Dezembro/2025
*Fontes: Salary Sports (especializado em remuneração de jogadores no futebol mundial), R7 e Capology.
Desafios e equilíbrio: o impacto financeiro dos salários no clube
Não há dúvidas de que os altos salários do elenco refletem a ambição do Corinthians em disputar títulos, visto que mantém um time competitivo em 2025. No entanto, essa estratégia exige um equilíbrio financeiro delicado. A diretoria precisa, então, conciliar os investimentos em reforços com a geração de receitas, a fim de garantir a sustentabilidade do clube a longo prazo.
Nesse sentido, o Corinthians aposta nos patrocinadores, nas bilheteria e nos direitos de transmissão para manter suas contas no azul. Dessa forma, o sucesso na temporada dependerá não apenas do desempenho dentro das quatro linhas, mas também da eficiência fora delas.
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