Ruan César
Com a vitória do presidente tampão Stabile, fiquei com aquela sensação de descaminho. Sabe quando acordamos de manhã com aquelas frases motivacionais vazias que não mudam um centímetro do seu dia? É o que pra mim foi ontem...
E possivelmente seria assim com Citadini.
E o mais louco de tudo é que diante de tamanho desespero que vivemos, buscamos nos agarrar em tudo como uma criança indefesa na saia da mãe procurando proteção e esperança de que algo seja diferente.
Nós Corinthianos e Corinthianas estamos tão a mercê da sorte, que qualquer anônimo que chega prometendo entregar os céus, nós preferimos entregar a chave de nossa casa ao termos cautela.
E o mais triste, somos quem mais amamos esse clube, mas somos os que menos importam para os que fingem amar. Amam o narcisismo e o deleite em dizer: 'eu sou um homem branco de classe média alta que decide o que essa minha propriedade deve ou não'. E nós? Meros expectadores de um amor que depende de outros para ser realizado com alegria. Ou seja, IMPOTÊNCIA. Sou sujeito passivo em relação ao Corinthians. É como gostaria da casa do vizinho e e esperar que ele faça a reforma que você faria.
Eu amo esse clube incondicionalmente, mas os proprietários dele estão condicionando esse amor. Isso me traz medo e receio.
Não sei o que será do futuro do Timão, mas pelo atual cenário é de completa calamidade e de um grande do passado. E tudo isso por ego, ganância e poder.
No fim, quem sofre é quem ama. Nós resta escolher amar calados ou mudarmos essa realidade.
Boa semana e vai, Corinthians.
em Bate-Papo da Torcida > Sabe aquela sensação de impotência? Quando amamos, mas sonso ignorados