Francisco Junior
Tá bom o espertalhão. Agora me diz o que você queria ao invés da carta? Você queria um contrato assinado sendo que se um lado temos uma pessoa que nem é o presidente em exercício, sendo que o conselho precisaria aprovar, sua memória falha para determinados interesses? Nesse momento o máximo que se vai ter é uma carta, as pessoas não queriam provas sobre a intenção da empresa, isso ele provou, agora se vai ser golpe nunca saberemos por que ele não vai ganhar a eleição. Se a torcida que na teoria deveria pensar no melhor para o clube prefere o Matuzalém de meio período, imagina o conselho. Antes que diga que sou ingênuo em acreditar na proposta, não eu não acredito que seja possível uma empresa disponibilizar 1 bilhão, mas ao mesmo tempo ele é o melhor candidato que pelo menos pode tentar Algo e se não fizer nada fica só 14 meses, eu tenho certeza que pior que o Matuzalém ele não vai ser, mas enfim.
em Bate-Papo da Torcida > Conselheiros, leiam isso (urgente!)
Em resposta ao tópico:
Durante semanas, André Castro, candidato à presidência do Corinthians, expôs a imensa incapacidade de raciocínio de grande parte da torcida alvinegra — que, mesmo sem conhecê-lo, passou a tratá-lo como “salvador da pátria”.
Mentiu desde o currículo até o conteúdo dos áudios em que aparecia como agenciador de jogadores.
Questionado sobre a proposta de US$ 1 bilhão (R$ 5,5 bilhões), que prometia transformar o Timão em um clube rico — narrativa fomentada por influencers e perfis falsos —, marcou uma entrevista coletiva em que “comprovaria tudo”.
Não comprovou.
Surgiu apenas com uma “carta de intenções” – condicionada à eleição do próprio cartola à presidência do Corinthians – emitida por uma empresa de factoring (GSP Banco de Fomento Mercantil Ltda) — envolvida em diversos rolos judiciais em Goiás —, que apresentou falsamente como banco.
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