Renan Santos
Eu me faço perguntas:
1 - se ele fosse uma pessoa com má intenção, porque colocaria em risco todo seu projeto mal o intencionado, participando de uma mandato de 1 ano e meio? Não faz sentido. Porque se ele não fizer o que prometeu, daqui 1 ano ele sai.
2 - O Corinthians tem dinheiro? Não! Vai arrumar? Não! Algum candidato tem alguma projeto que fale sobre isso? Então qual risco de acreditar no André? Como ele poderia piorar o que já está sem solução?
3 - O banco fez carta e assinou, a empresa é real, a holding existe, todas essas empresas colocariam seu nome e sua credibilidade em cheque só para apoiar um aventureiro? Porque eles sabem o dano que isso pode causar nas empresas envolvidas.
Resumindo, na atual situação, ele tendo apenas um 1 ano praticamente de mandato, acho que seria válido o teste. Se não cumprir sai, todos os outros não cumpriram, o que mudaria?
Se dependesse de mim ele seria o novo presidente.
em Bate-Papo da Torcida > Quem é André Castro?
Em resposta ao tópico:
O Corinthians vive um momento importante, e entre os nomes que surgem como pré-candidatos à presidência está André Castro. Ele é sócio do clube desde 1996 e atualmente exerce o cargo de conselheiro, em seu segundo mandato. Fora do clube, construiu carreira no mercado financeiro, com mais de 25 anos de experiência, sendo mais de uma década em posições de gestão, hoje atuando na XP Investimentos.
Politicamente, já participou de chapas dentro do clube, mas em 2024 se desvinculou para buscar um caminho independente, propondo uma “terceira via” em relação às forças tradicionais do Corinthians.
A proposta que mais chama atenção em seu projeto é a negociação com um parceiro financeiro disposto a investir até 1 bilhão de dólares (aproximadamente R$ 5,5 bilhões) no clube. Segundo ele, esse valor viria acompanhado de contrapartidas comerciais, como naming rights da Arena, exposição de marca em uniformes, CT e camarotes.
Principais pontos do plano:
● Quitar a dívida da Arena: prioridade para liberar o clube de entraves como o transfer ban e equilibrar as finanças.
● Investir no futebol e nas categorias de base: reforçar o elenco profissional e estruturar melhor os jovens talentos.
● Infraestrutura: modernizar o CT e revitalizar o clube social, hoje deficitário, para torná-lo sustentável.
● Gestão: inicialmente não prevê a contratação de um CEO, mas não descarta essa possibilidade se for necessário.
● Participação do torcedor: é favorável ao debate sobre o voto do sócio-torcedor, ampliando a representatividade nas decisões do clube.
Em resumo, André Castro se apresenta como um candidato que une experiência profissional em finanças com longa ligação ao Corinthians. Seu projeto se baseia na chegada de um grande parceiro comercial para garantir recursos capazes de transformar a estrutura do clube e resolver pendências históricas, principalmente ligadas à Arena.







