Candido Bastos
Entendi seu raciocínio, mas se nos aprofundarmos nele encontraremos algumas inconsistências:
1 - Sendo dono de uma financeira e presidente do clube ele jamais faria uma negociação que fosse impagável e que corresse riscos legais de ser anulada.
2 - o dinheiro privado é de uma empresa privada então ele pode dar ou patrocinar quanto quiser ao clube.
Simplesmente não consegui ver problema moral nisso. O que podemos encontrar é uma pessoa irresponsável talvez com seus próprios recursos massa isso é problema dela.
Sou a favor sim de Fair play financeiro e um Corinthians organizado seria um dos maiores beneficiados disso pelo seu potencial de faturamento, chega de comprar e não pagar.
em Bate-Papo da Torcida > Brasil, o berço das contradições MORAIS
Em resposta ao tópico:
Eu seria a favor do FAIR PLAY FINANCEIRO da Leila, se nele houvesse uma cláusula IMPEDINDO o CONFLITO DE INTERESSES nas gestões dos clubes.
Tipo um(a) presidente JAMAIS poderia ser o(a) dono(a) de uma financeira, que com o poder da caneta na mão dos dois lados, assinaria contratos de empréstimos milionários a juros abusivos de mercado, para que o clube invista em reforços, fazendo passar por operações com 'recursos próprios' de uma gestão exemplar e AUSTERA.
Brasil, o berço das contradições MORAIS.