Eduardo Ribas
Vamos fazer uma conta de padeiro: o clube arrecada, no mínimo, R$ 1 bilhão por ano.
Se o investidor fechar um acordo de 15 anos, isso representa uma receita de R$ 15 bilhões no período.
Desse total, ele usaria R$ 3 bilhões para quitar a dívida.
Sobrariam R$ 12 bilhões.
Vamos supor que ele gaste R$ 6 bilhões para operar o clube ao longo desses 15 anos.
Ainda assim, sobrariam R$ 6 bilhões de lucro.
E estamos falando de um clube atualmente mal explorado.
Com uma gestão eficiente via SAF, é totalmente viável elevar a arrecadação para R$ 1,5 bilhão ou até R$ 2 bilhões por ano.
Ou seja, não é um negócio absurdo — em tese, o investidor poderia ter até 40% de lucro sobre o valor total movimentado.
em Bate-Papo da Torcida > SAF por Tempo Determinado: Uma Alternativa Inteligente para o...
Em citação ao post:
A questão é o que o investidor vai ganhar com isso. Vai pagar a dívida a troco de que? Administrar a troco de que? Pq clube de futebol geralmente de superavit bem baixo, até pq não é feito para lucrar, então fica meio difícil equalizar as dívidas, prometer investimentos no time e ainda lucrar sem poder revender o clube.