Caíque Costa
Respondendo a sua primeira pergunta, para nós apaixonados pelo clube é um valor inimaginável, mas para o mercado existe sim um valor. Isso depende da grandeza do clube, estrutura para o futebol e da situação financeira que ele se encontra. O Milan, clube de um grande centro europeu, foi vendido por 6 bilhões de reais. O Coritiba foi vendido por 1 bilhão por um período de 10 anos. Então não pense que o valor do Corinthians é baixo.
em Bate-Papo da Torcida > O conservadorismo corinthiano em relação a SAF
Em citação ao post:
Cara, ser contra a SAF tem motivo e são diversos. Existem alguns pontos que, pra mim, pesam bastante.
1º – Qual é o valor real do Corinthians? Existe uma estimativa confiável? Eu sinceramente não consigo imaginar.
2º – Quem compraria o clube? Qual seria o perfil desse comprador? Porque o que vemos por aí é preocupante...
O Atlético está sendo vendido novamente, a dívida aumentou, os salários estão atrasados.
O Cruzeiro já foi vendido.
O Vasco vive uma bagunça total.
Respeito totalmente quem pensa diferente, mas eu não consigo imaginar o Corinthians sendo vendido hoje e amanhã sendo repassado pra outro, e por aí vai. O clube viraria mercadoria na prateleira de empresários, mudando de mãos conforme os interesses.
Pelo menos pra mim, isso não faz sentido.
O Corinthians, na vida de muita gente, não é só um time de futebol. É uma religião, uma filosofia de vida, algo que passa de pai pra filho com orgulho.
O dia que o Corinthians for vendido, qual será o sentido de tudo o que meu pai me ensinou? O que vai restar do “time do povo”, da luta, da identidade, da história que foi construída com tanto suor e paixão?
Eu sou contra a SAF justamente por isso. Não é só sobre gestão, números e resultados. É sobre pertencimento, sobre essência. E isso não tem preço.

