érik Silva
Vou dar alguns exemplos aqui beleza.
Vocês acham que o Paulo nobre precisava tirar dinheiro do Palmeiras pra viver? Não.
Vocês acham que um João doria, um Roberto justos precisaria tirar dinheiro do Corinthians pra viver? Não.
Vocês acham que um cara como o Barsi que ganha 1 milhão por dia dá bolsa de valores iria tirar dinheiro do Corinthians pra vive?
Não.
Agora peguem o dono do açougue, do bingo, da mercearia, do posto, da feira, etc, com mais de 1 bilhão de reais na frente dele, o que vai acontecer?
É óbvio que ele nunca ganhou na vida o tanto de dinheiro que ele pode tirar do Corinthians gente, isso é um fato.
Por isso eles não largam o osso de jeito nenhum, a teta é gorda demais pra largar.
em Bate-Papo da Torcida > O que Flamengo e Palmeiras tiveram para mudar a rota e o Corinthians...
Em resposta ao tópico:
Nos dois casos dos rivais que mudaram a vida completamente aconteceu a mesma coisa.
Um grupo de pessoas bem de vida, cheio de dinheiro, resolveu acabar com a palhaçada dos feirantes, dos donos de bingo, dos caras do posto, do açougue, do mercado, da carne, da venda de carros, etc.
Essa galera com capacidade de administração, dinheiro elevado chegou pros sócios do clube social e fez a seguinte campanha.
Nos vamos resolver esse problema, nos temos dinheiro e capacidade e vamos mudar tudo nessa sic. Se quiserem coloquem a gente e o pau vai comer.
Pegaram o prestígio deles, a força política e econômica e mudaram tudo e sic o cori, conselho deliberativo, arrumaram as contas, mudaram estatuto do clubes e o negócio ficou como a gente tá vendo.
A gente não tem isso.
São sempre os mesmo pequenos comerciantes, pequenos empresários que mandam no gigante Corinthians, com mais de 1 bilhão de receita.
Então ou vira uma SAF e aí quem manda é o dono ou pra continuar associação precisa aparecer alguém que peita toda a política do clube e faz o que precisa.
Mas não sendo um incompetente como o Augusto, alguém que não baixa a cabeça e tem como peitar a R&T, o tuma e o resto dos vitalícios.
Aí vamos resolver os nossos problemas.









