Arthur Vieira
Se afastar toda essa corja de conselheiros sugadores de dinheiro, essa urubuzada que só que roubar, poderia dar certo, mas como está hoje, não tem como. Sempre fui contra a SAF, hoje penso diferente, acho que é uma saída, mas não nesse modelo, infelizmente, teria que ser algo como foi feito no Cruzeiro, um empresário, Corinthiano, que venha pra acabar com tudo. Novos dirigentes, nova mentalidade, recomeçar. Mas... Existe essa pessoa? Outra saída seria entra um presidente sério, que seja rico e injete dinheiro do bolso no clube. Alguém vai fazer isso? A situação tá ruim demais irmão, toda ideia é valida, e em todas as ideias vamos correr riscos essa é a realidade. Vamos ver o que vai acontecer nas próximas semanas. A torcida tem que começar a botar pressão de verdade! Essa é a nossa hora... Não dar um minuto de paz enquanto as coisas não começarem a mudar. Se deixar como esta, estamos f...
em Bate-Papo da Torcida > O caminho certo para mudar o Corinthians!
Em resposta ao tópico:
Muitos acreditam que o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) se resume ao formato adotado pelo Botafogo, mas é importante destacar que existem diversos modelos possíveis de SAF. Para o Corinthians, um modelo mais apropriado seria semelhante ao do Bayern de Munique, no qual 75% das ações permanecem sob controle do clube, e os 25% restantes são vendidos a investidores, empresas ou até mesmo torcedores.
Esse formato oferece uma série de vantagens. Em primeiro lugar, o clube manteria sua autonomia administrativa. Além disso, a transformação em SAF exige transparência na divulgação das contas, o que contribuiria para uma gestão mais responsável e eficiente.
Com a venda de 25% das ações, o Corinthians poderia utilizar o valor arrecadado como aporte na dívida atual, promovendo sua redução de forma significativa. Por exemplo, recentemente foi noticiado que um investidor demonstrou interesse em adquirir 59% das ações do clube por R$ 3,54 bilhões. Isso equivaleria a um valor médio de R$ 60 milhões por 1% das ações. Com base nesse cálculo, a venda de 25% geraria aproximadamente R$ 1,5 bilhão. Aplicando esse montante na redução da dívida, que atualmente gira em torno de R$ 2,4 bilhões, o passivo cairia para cerca de R$ 900 milhões — um valor muito mais gerenciável.
Com a dívida sob controle, o clube teria condições de realizar novos investimentos no elenco, o que naturalmente aumentaria sua competitividade e poderia recolocar o Corinthians no caminho dos títulos.