Marcelo Nunes
Isolado o grande problema é a gestão do clube, analisa comigo, se a dívida de 2024 aumentou mais de R$ 800 milhões, mesmo tirando a dívida que Augusto informou que é do Duílio, fica mais de R$ 600 milhões, mesmo que o clube pague 20% d juros a dívida era quase R$ 2 bilhões, isso daria R$ 400 milhões d juros, então mesmo sem contar juros, com um faturamento d R$ 1 bilhão + R$ 200 milhões do aumento da dívida já descontando juros e Duílio, significa que foi gasto R$ 1,2 bilhão... Para efeito de comparação, dá para comprar o elenco inteiro do Fortaleza pagando o triplo do que está avaliado pelo Transfermarkt e pagar o triplo do salário que o Fortaleza gastou, isso deixa bem claro que o problema não é financeiro e sim administrativo já que Fortaleza está se classificando na Libertadores e terminou na nossa frente o Brasileirão 2024.
em Bate-Papo da Torcida > Competitividade sem dívidas bilionárias
Em resposta ao tópico:
É um vício, uma doença crônica no nosso futebol. Clubes se afundam em dívidas impagáveis, trocam seis por meia dúzia a cada janela de transferência, e a cada ano a conta só aumenta. Não há planejamento, não há estratégia, apenas a reatividade de quem vive de emoção e de promessas vazias.
O Red Bull Bragantino, por exemplo, não tem a história dos grandes, mas tem uma estrutura e uma filosofia de trabalho claras. Eles contratam pensando no perfil, na idade, no potencial de revenda. O salário é condizente com a realidade do clube e com o que o jogador pode entregar. Não é à toa que vendem bem e conseguem se manter na parte de cima da tabela.
Já no Corinthians os jogadores tem salários de gente grande, desempenho de time pequeno. Não faz sentido. É um completo descompasso entre o que se gasta e o que se produz em campo.
A eliminação precoce na Libertadores e na Sulamericana, não foi um mero acidente de percurso. Foi a prova cabal de que a gestão esportiva está falida. Como um clube com o poderio financeiro do Corinthians não consegue montar um elenco à altura das suas aspirações? Falam em 'projeto', em 'sustentabilidade', mas na prática o que se vê são contratações questionáveis e um endividamento que só aumenta.

