Gerald Gomez
O clube tem um estatuto e órgãos internos organizados e funcionando de acordo com ele. Os associados escolhem o presidente e conselheiros e estes compõe os órgãos. Qualquer elemento externo infelizmente, desgraçadamente pode fazer muito pouco. As TOs podem se manifestar, fazer reuniões mas só. Aliás, pelo que vi em entrevista, o que por exemplo o Presidente da Gaviões fez bem como outros associados dela e que ele incentiva a todos a realizarem é se associar ao clube para poder votar e aí sim, interferir diretamente no clube. É uma ideia fácil de por prática? Não. Principalmente porque envolve custo financeiro. Agora é a única maneira real de mudar a realidade do clube, o ciclo sem fim a que estamos fadados. Porque como foi dito aqui, com o pessoal de sempre, é o de sempre que teremos.
em Bate-Papo da Torcida > Cadê a Coragem Agora? Torcida Sumida Enquanto o Clube Afunda!
Em resposta ao tópico:
'– No Corinthians não foi encontrada uma condição de alinhamento político em relação aos objetivos do clube. O presidente, muito fustigado por várias questões, não conseguiu ter uma unidade em torno dele de todos os poderes do clube, não há ali um ambiente pacífico no sentido de poder fazer com que os interesse maiores do Corinthians prevaleçam – disse o dirigente, ao programa programa Game Changers, do 'InfoMoney'.'
'– Se discute muito a questão política e se perde um pouco o objetivo principal da instituição, que é levar o Corinthians lá pra cima do ponto de vista das receitas, dos resultados e tudo mais. Você vê que, por exemplo, enquanto o Flamengo fatura hoje R$ 1,3 bilhão ou R$ 1,4 bilhão, o Corinthians trabalha com R$ 800 milhões. Quer dizer, está muito aquém do que o Corinthians poderia ser – completou.'
Fonte:
Agora me pergunto: será que a mesma torcida organizada que, há pouco tempo, invadiu a sala do atual presidente por motivos 'comuns' na gestão R&T, vai permanecer calada diante do que estamos vendo agora? É nessas horas que precisamos refletir de que lado realmente estão. Já passou da hora de tomarem uma atitude e colocarem para fora de forma pacífica ou não aqueles que ocupam o clube não por amor, mas por interesse próprio.


