Antonio Santos
Não ter o filho como auxiliar.
Alguém já ouviu o ditado 'O fruto nunca cai longe da árvore'?
Na hora que a situação aperta, ter um filho como auxiliar deixa o técnico na zona de conforto (Pensou que era Zona 14? ).
Não se espera uma relação 'pai e filho' entre técnico e auxiliar, e sim uma relação de diálogo aberto, com visões diferentes (o debate em certos assuntos leva a uma melhor solução).
Emiliano Díaz só dizia o que o pai queria ouvir. Se tivesse uma atitude oposta, buscaria estudar e propor outras opções de escalação e com isso não insistiriam no que estava dando errado.
Esse tipo de relação pode até dar certo por um tempo, mas não é sustentável a longo prazo.
Vejam a situação do filho do Tite. Queria trabalhar, mas precisa do pai. Por que não iniciar uma carreira como treinador? Será porque não tem contribuições que possam mudar o esquema engessado do pai? Ou o usa como muleta para ter emprego?
Dorival também tem um filho como auxiliar. Dizem que ele não interfere tanto no trabalho do pai como os outros citados. Será que o filho dele tem coragem de confrontar ele caso não concorde com alguma escalação ou estilo de jogo proposto?
O auxiliar do Luis Castro não é filho dele. Para mim, seria a melhor opção para o longo prazo. O problema é a fama do treinador de abandonar trabalhos.
em Bate-Papo da Torcida > Pré-requisito para ser técnico do Corinthians!



