Marcos Almeida
Qual a postura de um verdadeiro Corinthiano, ocupando a presidência do clube, e sendo indiciado pela policia por cometimento de crimes (lavagem de dinheiro, desvio de dinheiro do clube, associação ao crime organizado, formação de quadrilha)?
Pede afastamento, para não levar esta sujeira para dentro dos muros do clube e, sendo inocente como afirma, vai se defender.
em Bate-Papo da Torcida > Se o que disse a Gazeta Esportiva for verdade...
Em resposta ao tópico:
Teremos dias de caos no clube...Imagine que vergonha um presidente que prometeu transparência e profissionalismo, se tornar réu por associação criminosa e lavagem de dinheiro, antes da metade de seu mandato.
Eu torci MUITO pelo Augusto, mas pelo jeito a casa está prestes a cair, já foi de testemunha a investigado, agora está prestes a ser indiciado, acredito que Marcelo Mariano, outro que deve ser indiciado, só continua tendo livre acesso ao clube, devido rabo preso entre eles.
Trechos importantes da matéria e link abaixo:
A Gazeta Esportiva teve acesso a parte deste material. Em meio às centenas de páginas, há um despacho em que o delegado Tiago Fernando Correia, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC, responsável por casos de lavagem de dinheiro), afirma ter elementos suficientes para indiciar Augusto Melo, Sérgio Moura e Marcelo Mariano por associação criminosa, antigo crime de formação de quadrilha, e lavagem de dinheiro com receitas desviadas do próprio Corinthians para este fim criminoso.
A investigação ainda sustenta, segundo despacho oficial nos autos, que a Rede Social Media Design LTDA, empresa citada no contrato como intermediadora do negócio e de responsabilidade de Alex Fernando André, conhecido como Alex Cassundé, jamais desempenhou qualquer papel de intermediação e faria parte, portanto, do plano liderado pelo trio de dirigentes corintianos para o suposto desvio final, à época orçado em R$ 25,2 milhões em três anos.
Os relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), órgão brasileiro que combate a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo, também apresentaram situações complicadoras para Augusto Melo, Sérgio Moura e Marcelo Mariano, principalmente pelo cruzamento dos dados do trio, assim como as quebras de sigilos bancários. Por meio delas, a Polícia identificou depósitos em empresas ligadas ao crime organizado, além de uma conta bancária de Augusto Melo, em Santa Catarina, que registrou depósitos frequentes e em espécie, ou seja, em dinheiro vivo, a partir de dezembro de 2023.
Na hipótese de os indiciamentos serem confirmados, a Polícia encaminha o processo dos indivíduos ao Ministério Público, responsável por fazer a avaliação das provas colhidas. Por último, um promotor de Justiça pode oferecer a denúncia ou optar pelo arquivamento do inquérito policial, que, neste caso, tem sido acompanhado desde o início pelo Promotor de Justiça do Gaeco (Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Juliano Carvalho Atoji.










