Sócrates Pensador
Parece claro que os nossos rivais, principalmente os imundos, vêm fazendo um trabalho melhor que o nosso na base.
Mas até que ponto isso é verdade?
Para mim, o sucesso das vendas dos porcos vai além de um bom trabalho de formação, mas se respalda em um sofisticadíssimo trabalho de marketing traçado pela administração do clube e os veículos de imprensa.
Vamos levantar algumas revelações recentes, o preço de venda e como estão atualmente:
- Gabriel Jesus (33 milhões de euros, Arsenal)
- Patrick de Paula (6 milhões de euros por 50%, Criciúma)
- Danilo (20 milhões de euros, Nottingham Forest)
- Gabriel Veron (10 milhões de euros, Cruzeiro)
- Gabriel Menino (surgiu como craque, banco dos porcos)
- Endrick (72 milhões de euros, decepção do Real Madrid)
- Luis Guilherme (30 milhões de euros, West Ham)
- Estevão (62 milhões de euros, faz menos gol que o Yuri, dá menos passe para chance clara de gol que o Garro e dribla menos que o Memphis)
Agora, quais desses jogadores realmente valem essas cifras? Será que se Wesley, Du Queiroz, Mantuan, Bidon, Murilo, etc. Jogassem nos porcos sujos, com reportagens diárias na imprensa enaltecendo a qualidade desses “craques”, com um marketing bem estruturado, não seriam vendidos por valores próximos?
Patrick, Menino e Veron foram pintados pela imprensa como Xavi, Iniesta e Suárez. Danilo era o novo Kroos e o Endrick, o novo Neymar.
Aqueles dois gols do Wesley contra o Fluminense, fosse na Barra Funda, talvez rodassem o mundo por semanas até o cara ser vendido para o Barcelona por 50 milhões de euros.
Não estou dizendo que revelamos craques. Mas me parece que há um marketing escuso por trás das vendas dos rivais. Se é imoral, eu não seu, mas está gerando receitas BILIONÁRIAS.
Algo para refletir.
em Bate-Papo da Torcida > Precisamos falar sobre o marketing das revelações da nossa base
