Samuel Miguel
Imagina um time que começa a engrenar, vence jogos e demonstra bom futebol. Os destaques começam a aparecer, seja pelo goleiro que garante a segurança na defesa, o zagueiro que intercepta as jogadas com precisão, um armador que dá passes e assistências com maestria ou um atacante oportunista que não desperdiça as chances (ou quase todas) que encontra. No futebol brasileiro o torcedor, num cenário como esse, por um lado esbanja sua felicidade e satisfação por ver seu time deslanchando, mas sempre com uma fagulha de preocupação pelo assédio que começa em cima desse time, sobretudo de times europeus e agora das Arábias. Parece um ciclo de reação em cadeia: leva-se muito tempo pra montar um time bom e competitivo e, quando consegue, perde-se com uma facilidade lastimável com propostas salariais absurda, voltando novamente ao desafio de montar uma equipe eficiente. Disse tudo isso porque queria dizer mesmo um imponente V. T. N. C. Com essas especulações de que Yuri Alberto vai embora e não sei quem mais... Quando um time começa a dar alegrias, vem a onda e derruba todo castelinho de areia montado na praia. Foda!
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